05
Janeiro, 2012
Quinta
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SOBRE O DIZIMO ====Ninguém tem de pagar; o dízimo é uma contribuição generosa feita por quem tem consciência e percebe que ele é responsável pela manutenção do culto e pelo crescimento de sua comunidade.
AS CRUZADAS =====Não deve o católico envergonhar-se de sua história, que é bela, que é grandiosa. Não deve ceder em face dos ataques dos que, ignorando de todo a nossa história,
SOBRE O DIVORCIO ====Duas são as passagens que evidenciam a ordem de Jesus. Antes de Jesus, havia o divórcio, depois de Cristo, o que Deus uniu, o homem não separa. Analisemos Mt 19,1s:
COMO OS APOSTOLOS MORRERAM ? ==== Os doze discípulos - apóstolos eram homens comuns a quem Jesus de Nazaré usou de maneira extraordinária. Pescadores, cobradores de impostos, pastores... O martírio dos apóstolos foi anunciado por Jesus:

Agrotóxicos: um mercado bilionário e cada vez mais concentrado

O mercado mundial de agrotóxicos movimentou US$ 51,2 bilhões em 2010. E o brasileiro US$ 7,3 bilhões. As seis maiores empresas -Basf, Bayer, Dow, Dupont, Monsanto e Syngenta - controlam hoje 66% do mercado mundial. E, no Brasil, as dez maiores empresas foram responsáveis por 75% da venda nacional de agrotóxicos na última safra. As gigantes do setor estão comprando as empresas menores, tanto de agrotóxicos, quanto de sementes, formando monopólios e oligopólios.
Agrotóxicos: um mercado bilionário e cada vez mais concentrado

Pode-se adorar a santa cruz?

Começamos em Hebreus 11, versiculo 1: "A fé é uma posse antecipada do que se espera, um meio de demonstrar as realidades que não se vêem. Foi por ela que os antigos deram o seu testemunho. Foi pela fé que compreendemos que os mundos foram organizados por uma palavra de Deus. Por isso é que o mundo visível não tem a sua origem em coisas manifestas."
Pode-se adorar a santa cruz?

1.000.000.000 de Pessoas vive com FOME crônica.

O que é a fome? Para os mais afortunados, é apenas a sensação no estômago que lhes diz que "são horas de comer.” Para os que têm menos sorte, e não conseguem ter a comida suficiente todos os dias, a fome fá-los-á sentir débeis e cansados, incapazes de concentrar-se, e até doentes. A única coisa em que conseguem pensar é quando vão ter alguma coisa para comer. Para centenas de milhões de pessoas no mundo inteiro, esta sensação dura todo o dia, todosos dias, e nunca sabem se, e quando, esta sensação vai acabar. Para eles, a fome pode levar à doença e a danos temporários ou permanentes para a sua saúde.
1.000.000.000 de Pessoas vive com FOME crônica.

Fraternidade e Saúde pública: um grande desafio

Desde 1963, há 49 anos, a CNBB (Conferência Nacional dos Biuspos do Brasil), anualmente, durante os 40 dias da quaresma, promove a Campanha da Fraternidade (CF), que tem colocado para estudo, reflexão e ação assuntos que são grandes desafios – clamores ensurdecedores - no seio da sociedade. O Tema da CF/2012 é "Fraternidade e Saúde pública"; o Lema: "Que a saúde se difunda sobre a terra!" (Eclo 38,8). Somos convidados conhecer as entranhas da realidade do SUS (Sistema Único de Saúde), visitar pronto-socorros, ouvir as pessoas doentes que esperam muito para fazer exames e conseguir uma vaga para cirurgia no SUS. É hora de ouvirmos o apelo de 150 milhões de brasileiros que só tem como rara possibilidade de acessar saúde pública, via SUS.
Fraternidade e Saúde pública: um grande desafio

CF 2012 - Fraternidade e Saúde Pública

Desde o ano de 1964, a Igreja Católica no Brasil, através da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - promove a Campanha da Fraternidade, um movimento que se inicia sempre na quarta-feira de Cinzas, tendo como pico alto o período quaresmal e se estendendo pelo ano inteiro. Em 2012, o tema que será discutido, debatido e refletido será "Saúde Pública", o que reflete a preocupação da Igreja com um serviço público de mais qualidade.
01 de Dezembro de 2011 I Ler matéria completa

Viver Perdoando

Os discípulos ouviram Jesus dizer coisas incríveis sobre o amor aos inimigos, a oração ao Pai pelos que nos perseguem, o perdão a quem nos faz mal. Seguramente parece-lhes uma mensagem extraordinária mas pouco realista e muito problemática.div>
06 de Janeiro de 2012 I Ler matéria completa

O profeta incomoda os maus

A liturgia nos envolve no mistério de Cristo ressuscitado. Somos um povo eleito e estamos a caminho do Reino definitivo. Aqui na terra, temos muitos que vão ser contra a felicidade e o bem comum das pessoas. A palavra de Deus proclamada e quando cai no nosso coração produz muitos frutos de bondade, de amor e de misericordia. Hoje é um dia dedicado ao sagrado coração de Jesus que nos mostra o amor de Jesus por todos...
27 de Fevereiro de 2012 I Ler matéria completa

O Protestantismo e sua Genealogia

Vem de 1529 a origem do termo "protestante", durante a campanha da reforma luterana, quando a Dieta de Espira (conselho político do Sacro Império Romano Germânico formado para discutir assuntos religiosos) resolveu interromper o andamento das transformações religiosas até a realização de um concílio geral.
25 de Abril de 2012 I Ler matéria completa

A PÁSCOA DO CONCÍLIO

25 - Abril - 2012 Reporter: Erick Sávio Comentario

“Neste ano, a festa da Páscoa traz marcas do Concílio. A páscoa sempre evoca o passado, de maneira a trazer presente o significado dos acontecimentos antigos. Pois bem, desta vez, somos convidados a associar as diversas evocações antigas da Páscoa, com acontecimentos mais recentes na caminhada da Igreja. Entre eles, se destaca, com evidência, o Concílio Ecumênico Vaticano II. … [...]

पोर कुए उ मन् não पर्तिसिपर दो सक्रेमेंतो द एउकारिस्तिया ?

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Porque um maçon não pode participar do Sacramento da Eucaristia?


Vejamos o que nos diz a nossa Mãe Igreja a respeito desse assunto:

Declaração sobre a Maçonaria

Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé


26.11.1983

Declaração de 26 de novembro de 1983 do cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (v. L´Osservatore Romano de 26.11.83):

Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria, pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cf. AAS 73, 1981, p.240´241).

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, e ordenou a sua publicação.

Joseph Card. Ratzinger
Prefeito


Abaixo Parágrafo da Encíclica Dall´ Alto Dell´Apostolico Seggio

DO PAPA LEÃO XIII SOBRE A MAÇONARIA NA ITÁLIA :

“Agora é desnecessário colocar as seitas Maçônicas em julgamento. Elas já estão julgadas; seus fins, seus meios, suas doutrinas, e sua ação, são todos conhecidos com indisputável certeza. Possuídos pelo espírito de Satanás, cujos instrumentos eles são, eles ardem como ele com um ódio mortal e implacável a Jesus Cristo e Sua obra; e eles se esforçam por todos os meios para derrubá-la e acorrentá-la. Esta guerra no momento presente se desenrola mais do que em qualquer outro lugar na Itália, na qual a religião Católica se enraizou mais profundamente; e acima de tudo em Roma, o centro da unidade Católica, e a Sede do Pastor Universal e Mestre da Igreja. “
Fonte de Pesquisa: Site: www.cleofas.com.br



सोब्रे ओ फिम डॉस अपोस्तोलोस ए EVANGELISTAS

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Sobre o Fim dos Apóstolos e Evangelistas


Mateus: Foi morto à espada na cidade de Etiópia.

Marcos: Foi arrastado pelas ruas de Alexandria e Egito, até expirar.

Lucas: Foi enforcado em uma oliveira na Grécia.

João: Foi metido numa caldeira de azeite a ferver, em Roma, mas escapou ileso e morreu mais tarde de morte natural, em Éfeso, Ásia Menor.

Tiago Maior: Segundo o testemunho da Bíblia, foi degolado em Jerusalém.

Tiago Menor: Foi precipitado de um pináculo do templo de Jerusalém ao solo; a seguir, foi esbordoado até morrer.

Filipe: Foi enforcado de encontro a um pilar em Hierápolis (Frígia, Ásia Menor).

Bartolomeu: Foi esfolado vivo por ordem de um rei cruel.

André: Foi crucificado e da cruz pregou ao povo até morrer.

Pedro: Foi crucificado de cabeça para baixo, em Roma, durante o reinado de Nero.

Paulo: Foi decapitado em Roma, também durante o reinado de Nero.



Autor: Jaime Francisco de Moura



एस्क्लारेसिमेंतोस सोब्रे: ोलोस् क्ष इमागेंस

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Esclarecimentos sobre: Ídolos X Imagens


Desde os primeiros séculos os cristãos pintaram e esculpiram imagens de Jesus, de Nossa Senhora, dos Santos e dos Anjos, não para adorá-las, mas para venerá-las.

As catacumbas e as igrejas de Roma, dos primeiros séculos, são testemunhas disso. Só para citar um exemplo, podemos mencionar aqui o fragmento de um afresco da catacumba de Priscila, em Roma, do início do século III. É a mais antiga imagem da Santíssima Virgem, uma das mais antigas da arte cristã, sobre o mistério da Encarnação do Verbo. Mostra a imagem de um homem que aponta para uma estrela situada acima da Virgem Maria com o Menino nos braços. O Catecismo da Igreja traz uma cópia dessa imagem (Ed. de bolso, Ed. Loyola, pag.19).

Este exemplo mostra que desde os primeiros séculos os cristãos já tinham o salutar costume de representar os mistérios da fé por imagens, em forma de ícones ou estátuas. É o caso de se perguntar, então: Será que foram eles "idólatras" por cultuarem essas imagens? É claro que não? Eles foram santos, mártires, derramaram, muitos deles, o sangue em testemunho da fé. Seria blasfêmia acusar os primeiros mártires da fé de idólatras.

No século VIII, sob influência do judaísmo e do islamismo, surgiu um movimento herético que se pôs a combater o uso das imagens. Eram os iconoclastas. O grande e principal defensor do uso das imagens na época, foi o santo e doutor da Igreja S. João Damasceno (de Damasco), falecido em 749, o qual foi muito perseguido por se manter fiel e defensor dessa santa Tradição cristã.

A fim de dirimir as dúvidas sobre a questão, o Papa Adriano I (772-795) convocou o II Concílio Ecumênico de Nicéia, que se realizou de 24/09 a 23/10/787. Assim se expressou o Concílio, resolvendo para sempre a questão:

"Na trilha da doutrina divinamente inspirada dos nossos santos Padres, e da Tradição da Igreja Católica, que sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda a certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como a representação da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas santas igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, quanto a de Nossa Senhora, a puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e dos justos" (Catecismo da Igreja Católica, nº 1161).

Essas palavras, por serem de um Concílio da Igreja, são ensinamentos oficiais e infalíveis, e não podemos colocá-los em dúvida. O grande S. João Damasceno dizia :

"A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração. É uma festa para meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus " (nº 1162).

O nosso Catecismo explica que:

"A imagem sacra, o ícone litúrgico, representa principalmente Cristo. Ela não pode representar o Deus invisível e incompreensível; é a encarnação do Filho de Deus que inaugurou uma nova "economia" das imagens"( 1159).

S. Tomás de Aquino (1225-1274) também defendia o uso das imagens, afirmando:

"O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é imagem"( 2131).

Muitos querem incriminar a Igreja Católica, afirmando que ela desrespeita a ordem que Deus deu a Moisés : "não vos pervertais, fazendo para vós uma imagem esculpida em forma de ídolo..." (Dt 4,15-16).

Os cristãos, desde os primeiros séculos, entenderam, sob a luz do Espírito Santo, que Deus nunca proibiu fazer imagens, e sim "ídolos", deuses, para adorar. O povo de Deus vivia na terra de Canaã, cercado de povos pagãos que adoravam ídolos em forma de imagens (Baals, Moloc, etc). Era isso que Deus proibia terminantemente. A prova de que Deus nunca proíbiu imagens, é que Ele próprio ordenou a Moisés que fabricasse imagens de dois Querubins e que também pintasse as suas imagens nas cortinas do Tabernáculo. Os querubins foram colocados sobre a Arca da Aliança.

"Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro... Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto e protegerão com elas a tampa ... " (Ex. 25,18s, Ex 37,7; 1 Rs. 6,23; 2 Cr. 3,10).

"Farás o tabernáculo com dez cortinas de linho fino retorcido, de púrpura violeta sobre as quais alguns querubins serão artísticamente bordados" (Ex. 26,1.31).

Que fique claro, de uma vez por todas, Deus nunca proibiu imagens, e sim, "fabricar imagens de deuses falsos" . O mesmo Deus mandou que, no deserto, Moisés fizesse uma imagem de uma serpente de bronze (Nm 21, 8-9), que prefigurava Jesus pregado na cruz (Jo 3,14). Também o rei Salomão, quando construiu o templo, mandou fazer querubins e outras imagens (I Rs 7,29). O culto que a Igreja Católica presta a Deus, e só a Deus, é um culto chamado "latria", isto é, de adoração. Aos anjos e santos é um culto chamado "dulia", de veneração. Maria, como Mãe de Deus recebe o culto de "hiper-dulia", super-veneração digamos, mas que está muito longe da adoração devida só a Deus.

São Pedro, ao terminar a segunda Carta falava do perigo daqueles que interpretavam erroneamente as Escrituras:

"Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras" (2 Pe 3,16).

Infelizmente isto continua a acontecer com aqueles que querem dar uma interpretação individual à Palavra de Deus, sem autorização oficial da Igreja, levando multidões ao erro. Só a Igreja é a autêntica intérprete da Bíblia (cf.Dei Verbum,10), pois foi ela que, inspirada pelo Espírito do Senhor (Jo 16,12), a compôs.

As imagens, sempre foram, em todos os tempos, um testemunho da fé. Para muitos que não sabiam ler, as belas imagens e esculturas foram como que o Evangelho pintado nas paredes ou reproduzido nas esculturas. E assim há de continuar a ser.

É claro que o culto por excelência é prestado a Deus, mas isto não justifica que as imagens sejam retiradas das nossas igrejas. Ao contrário, elas nos lembram que aqueles que elas representam, chegaram à santidade por graça e obra do próprio Deus. Assim, as imagens, dão, antes de tudo, glória a Deus.

Autor: Prof. Felipe de Aquino

Fonte: Livros do Prof. Felipe de Aquino



अस पोर्टस डॉस देम्िओस्

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Exorcistas afirmam: New Age e talismãs abrem a porta para o Demônio


19.07.2007 - MÉXICO - Participar da corrente espiritual New Age ou usar talismãs, entre outras formas de entrar em contato com o 'mundo das trevas', pode fazer com que o demônio se apodere do corpo e da mente do pagão em questão, disse no México Francesco Bamonte, reconhecido exorcista católico italiano.

"A ação extraordinária do demônio tem três causas possíveis", explicou Bamonte, autor do livro 'Os danos do espiritismo', durante o III Congresso Nacional de Exorcistas organizado a portas fechadas de 16 a 20 de julho pela Arquidiocese do México.

"A primeira tem a ver com a própria culpa, quando são tomadas atitudes supersticiosas ou se pratica o ocultismo, além de pertencer a seitas satânicas ou esotéricas, envolver-se na corrente New Age ou acreditar no poder dos talismãs, das pirâmides de energia, na cartomancia, no tarô", alertou o exorcista, segundo informou a Arquidiocese do México.

A segunda "pode ser causa de um malefício elaborado ou mandado realizar por uma terceira pessoa, e a terceira pode ser um chamado especial de Deus para que a pessoa ofereça seu sofrimento nas garras do demônio pela salvação de outras almas", disse o mestre da Universidade Pontifícia Regina Apostolorum de Roma .

A "infestação", definida pela Igreja católica como "a moléstia do demônio sobre coisas e objetos inanimados, como por exemplo passos de pessoas que não são vistas ou sons de campainhas que não existem" é outro dos "graus de ação do demônio", segundo Bamonte.

Outro grau, afirmou Bamonte, é "a humilhação diabólica, que consiste em agressões físicas que o diabo exerce sobre uma pessoa e que se manifesta com arranhões, golpes, chagas, purulências, incisões na pele e demais danos corporais sem explicação natural".

Uma "obsessão demoníaca" também pode se manifestar, segundo o católico italiano, atormentando "a imaginação e a memória do homem com idéias, imagens e sensações obsessivas com o objetivo de manipular a vontade da pessoa, levando-a a cometer atos irracionais e destrutivos, como o suicídio ou o assassinato".

Mas, como muitos desses sinais podem ser confundidos com doenças mentais, Bamonte pediu aos sacerdotes exorcistas mexicanos que avaliem cada caso "com a maior prudência possível", principal objetivo do encontro.

O motivo é que a cada 10 mil pessoas que dizem estar possuídas pelo demônio, apenas uma esteja talvez aprisionada pelo "maligno". Além disso, o rito católico para exorcizar é muito diferente do que se vê nos filmes de Hollywood, argumentou o pároco mexicano Jesús Aguilar.

O falecido Papa João Paulo II, por exemplo, como sacerdote "fez apenas três exorcismos", lembrou Aguilar.

Os sinais "de uma real possessão diabólica são falar, compreender, escrever e ler idiomas desconhecidos pela pessoa; conhecer circunstâncias impossíveis de serem sabidas pelo possesso, como pecados do exorcista ou outra pessoa; possuir força desproporcional e sobretudo a aversão pelo sagrado: a Deus, à Igreja, etc", explicou Bamonte.

Com uma população de 105,8 millones de habitantes, o México conta com mais de 80 milhões de católicos.

Fonte: UOL notícias

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Nota do Portal Anjo, www.portalanjo.com


Nova Era, influência demoníaca disfarçada -

O que é o movimento que se denomina Nova Era?
Dá-se o nome de Nova Era à mistura nociva de panteísmo e ocultismo que, tal qual praga virulenta, espalha-se por todo o lado. Novelas, filmes de renome têm sido seus veículos; livros best-sellers, programas empresariais de treinamento de pessoal e algumas práticas de medicina alternativa têm sido contaminados. O movimento avança destruindo a fé em Deus e submetendo pessoas à influência de espíritos demoníacos.

A Nova Era na verdade não é nova Ela desenterra perversas práticas religiosas que remontam o início da humanidade. E aproveitando o enfraquecimento da influência tradicional do cristianismo, este mal começou a surgir como que saindo de sob as pedras. E este o mal que, sem que os cristãos dêem conta, contagia o movimento Nova Era.

F. La Gard, autor cristão que escreve sob Nova Era, conta que certa vez dirigiu-se aos estúdios de televisão de Mineápolis onde participaria de um debate sobre Nova Era com um defensor das idéias de Shirley Maclaine.

Num certo momento de entusiasmo, o apresentador perguntou às 140 pessoas que compunham o auditório quantos ali eram adeptos da Nova Era. Cerca de 130 levantaram as mãos. Em seguida perguntou quantos eram cristãos. Novamente quase todos levantaram as mãos. Muitos ali consideravam-se, ao mesmo tempo, cristãos e adeptos da Nova Era, sem ver nisto qualquer problema, ou contradição.

Ao contrário de outras religiões tradicionais não-cristãs, pessoalmente nada extraímos de bom da Nova Era. Podemos ver nas religiões não-cristãs a tentativa de seres humanos, dotados de inteligência e boa vontade, de tentar encontrar um sentido mais profundo na vida e de buscar a verdade. Entendo que os cristãos deveriam ampliar o diálogo construtivo com os seguidores sinceros das religiões tradicionais não-cristãs, dando ocasião assim para sincero respeito mútuo.

Já com relação ao insidioso movimento Nova Era não podemos ver por este lado. Seus adeptos disfarçam-se em anjos de luz para tentar minar por baixo o cristianismo. Em todos os sentidos me oponho a eles.

Como cristão, creio num Deus de amor que criou do nada a mim - assim como a tudo que existe -, e que enviou seu Filho Divino para me redimir dos pecados. Os adeptos da Nova Era crêem numa força impessoal como realidade objetiva, que não se detém a conceitos de bem ou mal. Paradoxalmente, crêem também num eu superior - espírito demoníaco no discernimento dos cristãos - que lhes transmite por palavras toda sorte de parvoíces.

Creio que o Deus de amor tem cuidado de mim e preparou-me um lugar no céu, onde gozarei de sua presença por toda eternidade. Ao mal permite Deus que aconteça, mas triunfará do mal como bem - nesta e na vida que há de vir - por intermédio de sua providência. Os adeptos da Nova Era crêem que são, eles mesmos, deuses e que todo bem ou mal que lhes sobrevenha é de responsabilidade exclusivamente pessoal, porquanto criam sua própria realidade. Acreditam que são predestinados a um ciclo quase interminável de reencarnações ao longo dos quais expiam a dívida impagável (Karma) que contraíram em vida anterior.

O Deus Interior
A Nova Era é panteísta. Professam que tudo é Deus. Nós somos deuses. Criamos nossa própria realidade. A Nova Era incita à introspecção para que encontremos dentro de nós mesmos entes superiores que nos instruam e guiem. Pretende que experimentemos o nosso deus-poder.

É típico de uma falsa religião, como a Nova Era, imitar a verdadeira - o cristianismo. Deus faz morada no cristão de modo especial. Os cristãos são cheios do Espírito Santo que nos guia. Através da oração e dos sacramentos, conservamo-nos intimamente ligados a Jesus e somos capazes de operar maravilhas pelo poder de Deus.

Santo Agostinho, nas suas confissões, oferece o seguinte passo ao falar de sua busca pessoal de Deus.
"Ó Verdade, vós em toda parte assistis a todos os que vos consultam, e ao mesmo tempo respondeis aos que vos interrogam sobre os mais variados assuntos. Respondeis com clareza, mas nem todos vos ouvem com a mesma lucidez. Todos vos consultam sobre o que desejam, mas nem sempre ouvem o que querem. O vosso servo mais fiel é aquele que não espera nem prefere ouvir aquilo que quer, mas se propõe aceitar, antes de tudo, a resposta que de vós ouviu. Tarde vos amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde vos amei! Eis que habitáveis dentro de mim, e eu lá fora a procurar-vos! Disforme, lançava-me sobre estas formosuras que criastes. Estáveis comigo, e eu não estava convosco! Retinha-me longe de vós aquilo que não existiria se não existisse em nós".

Embora Santo Agostinho diga que encontrou Deus dentro de si mesmo, é evidente a distinção de que era um cristão e não um adepto das filosofias da Nova Era. Nesta passagem ele declara que Deus é a Verdade e Beleza exaltadas, e ele uma criatura; declara que Deus procura atrair para si todas as pessoas e que Deus habita pacientemente uma pessoa mesmo quando se acha desorientada, buscando nas criaturas a felicidade.

Outro exegeta cristão, São Gregório de Nissa, fala sobre seres humanos como reflexo em Deus.
"Assim toda a harmonia que se observa no universo é redescoberta no microcosmos, i.e, a natureza humana, e corresponde ao todo em razão de suas partes, considerando que, em última análise, o todo se pode obter pelas partes. A natureza Divina, seja como for, ultrapassa todo entendimento humano, pois que está inteiramente inacessível ao tirocínio e à conjectura. Jamais se encontrou faculdade humana capaz de perceber o incompreensível.

Se o coração de um homem foi purificado de toda propensão carnal e de toda insubordinação, tal homem verá em sua própria beleza a natureza Divina... Isto está por certo ao nosso alcance; tendes dentro de vós mesmos o paradigma pelo qual aprendeis o Divino. Pois o que vos criou, ao mesmo tempo vos dotou com esta qualidade maravilhosa. Aí imprimiu Deus a semelhança das glórias de sua própria natureza assim como quem molda da cera a escultura. Todavia o mal que foi derramado na natureza, esta natureza que traz a imagem divina, tornou inútil para vós este feito maravilhoso que sob máscaras vis se oculta. Se, portanto, purificais vossa vida da imundície, que tal qual emplastro se vos apega ao corpo, a beleza divina em vós outra vez fulgirá".

O cristão poderá olhar para dentro de si em busca de Deus, mas será consciente de que ele mesmo não é um deus. E as virtudes naturais como bondade e beleza não serão senão uma pálida sombra da beleza divina. Há uma profunda diferença doutrinária entre o cristianismo e a Nova Era.


Diferenças Fundamentais
Qual é o ensinamento básico cristão.
Deus é um ser pessoal, espiritual, infinito, que do nada tudo criou. Deus criou seres espirituais poderosos, os anjos, alguns dos quais rebelaram-se contra ele e, por conseguinte, são conhecidos como satanás ou demônios. Deus criou o homem com corpo e alma mortais. Destinou os homens à felicidade eterna no céu, mas estes, tendo pecado, perderam a chance de adquirir o destino celestial. Embora haja um só Deus, há em Deus três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. O Filho de Deus fez-se homem há cerca de dois mil anos atrás na pessoa de Jesus de Nazaré. Morreu e ressuscitou os mortos, redimindo deste modo a humanidade. Podem salvar-se os homens pelo arrependimento dos pecados e por aceitar Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. Podem ser perdoados os seus pecados e são mortais. Cada pessoa é única e viverá por toda eternidade no céu ou no inferno. A Bíblia e a Igreja cristã são as fontes primordiais de doutrina (ver Capítulo 15 para uma exposição mais completa dos ensinamentos básicos cristãos).

Qual é o ensinamento básico da Nova Era.
A Nova Era incorpora os erros mais grosseiros acerca da natureza de Deus e dos homens, os quais têm sido fantasiados desde os primórdios da história. Após misturados, esses erros são transmitidos por vias às vezes não religiosas (ditas "científicas"). Em alguns casos são ardilosamente dissimuladas. Com freqüência se agrupam elementos contraditórios. Não existe Deus. O que existe é uma gigantesca carga de energia que a tudo vivifica. Existem mestres elevados, eruditos e muito poderosos e outras personalidades, aos quais se deve ouvir para a formação do caráter. Não existe realidade objetiva. Tudo é ilusão. Somos dotados do poder de criar qualquer realidade desejada porquanto somos deuses. A pessoa em si não é imortal. A transmigração reencarnacionista é operativa quer se aceite ou não. Nada é objetivamente bom ou mau. O cristianismo pode ser, quanto a este princípio, uma exceção. Freqüentemente os adeptos da Nova Era, dizem que o cristianismo é negativo.

Os neoconvertidos vêem a Nova Era como um movimento que veio para substituir o cristianismo. A citação a seguir foi extraída do livro A Complete Guide to the Tarot (Guia Completo para o Tarô):
"A religião cristã, conforme sabemos, perde influência a olhos vistos e a nova religião de aquários ainda não foi revelada. Foi predita por muitos a chegada de um novo salvador, já nascido no oriente, que veio para nos conduzir a uma realidade universal, digna de ser publicada em todos os credos existentes. O Tarô e a astrologia têm revelado a necessidade de se combinar e equilibrar forças e formas, estando seus adeptos entre os primeiros que reconhecerão e seguirão a Era Aquariana que ora desponta".

Eis um pouco daquilo que os pesquisadores cristãos estão ensinando a respeito da Nova Era.

Elliot Milier
"Para facilitação do entendimento, deve-se entender o movimento Nova Era como uma rede, uma super-rede (rede das redes)" escreve Elliot Miller no primeiro de uma série de artigos, escritos em seis partes, a respeito do assunto. As redes tendem a ser descentralizadas, aparentemente sem líder ou sede, com poderes e responsabilidades bem distribuídas", explica Miller. Os adeptos da Nova Era são facilmente estereotipados. Surgem com diferentes sistemas de credibilidade e estilo de vida. Estão por toda parte. Abstratamente estruturada, esta rede de organizações e indivíduos vincula valores comuns (fundados em misticismo e monismo - doutrina filosófica segundo a qual o conjunto das coisas se pode reduzir à unidade) e visão comum (a chegada de uma "Nova Era" de paz e luz, a "era de aquários". Não obstante, existem algumas divergências dentro do movimento Nova Era.

"Os adeptos da Nova Era poderão divergir sobre questões como as circunstâncias do aparecimento da Nova Era, se será precedida de cataclisma de âmbito mundial, se será politicamente estruturada, se haverá um Cristo representante para governá-la, ou avatares (deuses-homens) ou mensageiros do mundo dos espíritos.

Todavia, concordam todos que devem empenhar-se no apressamento da nova ordem que todos esperam, através de cooperações que influenciem o desenvolvimento de nossa vida cultural, política econômica, social e espiritual".

À sombra das redes, há centenas de outras redes e movimentos menores (se bem que individualmente muito vastos). Algumas delas estão inteiramente identificadas com a Nova Era, enquanto que outras apenas indiretamente o estão. Por exemplo, alguns adeptos da Nova Era, militam nos movimentos pela ecologia e pela paz, embora tais movimentos não estejam vinculados à Nova Era. Algumas seitas podem considerar-se parte do movimento Nova Era, enquanto que outras não o são. "Os movimentos da consciência, da saúde holisticas, do potencial humano, assim como os seguidores de diversos níveis e os mestres do ocultismo oriental trouxeram uma contribuição para o fortalecimento da Nova Era", declara Miller. "Todavia, a participação num desses movimentos não significa necessariamente engajamento consciente na Nova Era. E preciso não esquecer que as redes são de contornos abstratos".

Como Miller, creio que o fenômeno Nova Era é um movimento de contornos abstratos. Não se trata de culto concretamente estruturado ou de conspiração. Há alguns críticos, entretanto, que julgam-no uma conspiração concretamente estruturada (veja no Capitulo 6 a opinião deles).

Brooks Alexander
As seitas, em geral, estão em declínio, mas é a Igreja que, através da Nova Era, sofre um ataque particularmente furioso, anticristão, "de tal magnitude histórica que podem ser mesmo fatais", declarou Brooks Alexander ao longo de uma entrevista. Como declínio das seitas, tomou incremento a questão da influência crescente do pensamento e práticas da Nova Era sobre a Igreja.

Adverte, todavia, Alexander que os cultos satânicos e a bruxaria estão em voga nos dias de hoje. "Custa-nos ser otimistas em relação ao futuro", diz. "O mundo de hoje vai se transformando no antigo que prevaleceu no lado decadente do Império Romano, dominado pelo paganismo e pelo modelo pseudocientífico do panteísmo".

A edição de fevereiro da revista Eternity trouxe diversos artigos sobre a Nova Era. Alexander foi autor de um deles no qual descreve o movimento Nova Era como "uma versão moderna do sonho panteístico, religião ímpia que faz do homem deus". Afirma Alexander que o seu denominador comum consiste numa visão global de misticismo oculto, articulado em termos seculares". Ele vai mais longe ao vincular o movimento aos beatniks dos anos 50 com sua paixão doentia pelo Zen, uma paixão que mais tarde foi retomada pelo movimento hippy, através do reflorescimento do ocultismo dos anos 60 e através do movimento do potencial humano dos anos 70. "Nos anos 80", escreve Alexander, "todas as tendências filosóficas amalgamaram-se, tomando formas novas e extravagantes". O resultado final foi um vasto movimento que pode ser muito perigoso.
Não obstante a pluralidade do movimento Nova Era, são perceptíveis seu tema e impacto comuns sobre as pessoas. O tema consiste no seguinte: nossa condição de deuses só pode ser desfeita na reestruturação de nosso modo de pensar; o impacto está em que isto sempre implica anulação de nossa mente racional, crítica. A Nova Era afirma que enquanto nosso intelecto crítico insistir em dividir a realidade e em produzir distinção (i.é., entre "verdadeiro" e "falso"), a visão de unidade que revela nossa verdadeira natureza divina ficará fragmentada.

A "autorização" da Nova Era só se confere àqueles, cujo crivo racional e crítico foi removido ou destruído. "O produto final da espiritualidade da Nova Era é, por conseguinte, uma pessoa desprovida de capacidade para discernir o verdadeiro do falso, uma pessoa programada para ignorar as questões que se lhe deparam".

Douglas Groothuis
No seu livro Confronting the New Age (Confrontando a Nova Era), Douglas Groothuis menciona nove dogmas que sintetizam a visão global básica que orienta o movimento Nova Era. Vale lembrar que algumas dessas doutrinas podem, à primeira vista, assemelhar-se às doutrinas cristãs. Deve-se, por conseguinte, prestar toda atenção para bem separar o joio do trigo.

Eis a lista de Groothuis:
1. Monismo Evolutivo. O movimento Nova Era ensina que estamos equilibrados num "salto quântico" na consciência, enquanto avança a evolução. Enfrentamos um tempo notável de coexistência planetária e oportunidade.

2. Monismo. Tudo é a unidade. A unidade é tudo... Há na visão da Nova Era, um certo sentido, a proposta de uma volta à sopa rudimentar, descaracterizada e sem consistência, para ficar nisto. Ela precisa descartar como irreal a diversidade da criação - para, pressupõe-se, desempenhar tarefas filosóficas.

3. Panteísmo. A grande unidade de ser é Deus. Na raiz da metafísica, tudo que existe é Deus. . .A autodeificação é agora tão popular quanto antibíblico e irrealista. A Nova Era utiliza a verdade de que somos criados à imagem de Deus, manipulando-o para significar que somos todos deuses.

4. Transformação de consciência. Não basta meramente acreditar nos ensinamentos da Nova Era. É preciso experimenta-los. Os adeptos da Nova Era são freqüentemente encorajados a serem iniciados e não apenas interessados. Muitos meios místicos servem ao mesmo propósito exótico, quer sejam técnicas de meditação não-cristã, droga, ioga, artes marciais, uso de cristais ou experiências espontâneas tais como encontros para tratar de morte virtual. A finalidade é um sentimento de unicidade com tudo quanto existe e a realização da divindade pessoal, às vezes chamada de "Eu Superior".

5. Crie sua própria realidade. A frase "crie sua própria realidade" é freqüentemente ouvida nos círculos da Nova Era como premissa básica. A idéia é que não estamos sob qualquer lei moral objetiva. Antes, temos modos diferentes de realizar nosso potencial divino. E já que "tudo é a unidade" (mecanismo), não podemos dividir a vida em categorias do tipo bem versus mal. Isto é dualístico demais; precisamos ir "além das fronteiras do bem e do mal" para realizar nosso inteiro potencial.

6. Potencial humano ilimitado. Se todos somos Deus, é de se supor que as prerrogativas da deidade pulsam dentro de nós. Somos dotados além da medida. Somos milagres por acontecer. Desatrelados de fábulas primitivas tais como finitude humana, depravações e pecado mortal, nós na Nova Era somos livres para explorar os horizontes luminosos da deidade. Ignorância é o nosso único problema.

7. Contato com espíritos. Há uma galáxia de mestres, espíritos, extraterrestres e outros tipos com capacidade de falar, os quais se comunicam (por psicografia ou vocalização) através de médiuns que mais recentemente têm sido chamados de channelers (titulo mais contextual com a era da televisão).

8. Mestres do além. Em grande parte do pensamento da Nova Era, a distinção entre o extraterrestre e o espiritual é obscurecida, quando a visão de OVNI ou mesmo encontros ("do terceiro grau") tornam-se experiências místicas. Afirma-se que os OVNls (e seus passageiros) exibem, às vezes, fenômenos paranormais.

9. Sincretismo religioso. A espiritualidade da Nova Era é, antes de mais nada, uma visão eclética que combina misticismo oriental, ocultismo ocidental, neopaganismo e psicologia do potencial humano. Entretanto, os porta-vozes da Nova Era, estão propensos a ver a verdadeira essência de toda religião como sendo uma única... Se externamente as religiões se diferem - como panteísmo, hinduísmo e teísmo cristão - um apelo então é feito à essência supostamente mística que une todas as religiões: tudo é a unidade, tudo é Deus, nós somos Deus, temos potencial infinito, podemos julgar a Nova Era. "Este método místico não leva em consideração os ensinamentos expressos das religiões não panteístas, mas a Nova Era afirma que os elementos ditos "esotéricos" têm sido suprimidos nestas religiões".

Fonte: Revista Jesus Vive e é o Senhor



देसफियो पर ओ CRISTIANISMO

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Por que a Nova Era é um desafio para o cristianismo?


Cidade do Vaticano,
Não só sua difusão, mas o fato de que a «Nova Era» (ou «New Age») incorpore elementos do cristianismo alterando seu significado original fazem deste movimento um desafio para os batizados, reconhece a Zenit um especialista na matéria - professor no Instituto Superior de Ciências Religiosas «Ecclesia Mater» da Universidade Pontifícia Lateranense -, padre Alessandro Oliveri Pennesi.


De fato, uma Consulta Internacional convocada de 14 a 16 de junho pela Santa Sé sobre a «Nova Era» sublinhou a necessidade de conhecer melhor este fenômeno para oferecer respostas cristãs mais adequadas.

Tal Consulta foi convocada por uma comissão de diferentes organismos vaticanos sobre «Seitas e novos movimentos religiosos», da qual participam representantes da Congregação para a Evangelização dos Povos, do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, do Conselho Pontifício para a Cultura e do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso.

Participaram igualmente do encontro delegados designados pelas Conferências Episcopais de 22 países dos cinco continentes e um representante da União de Superiores Gerais.

O objetivo da reunião foi analisar as respostas dos episcopados a algumas perguntas de aprofundamento enviadas às Conferências Episcopais, junto ao documento «Jesus Cristo, portador de água viva. Uma reflexão cristã sobre a Nova Era», publicado no ano passado pelos Conselhos Pontifícios para a Cultura e para o Diálogo Inter-religioso, com a participação da Congregação vaticana para a Evangelização dos Povos e do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos.

Para aprofundar nos temas tratados, as ações pastorais indicadas e as razões nos temas tratados, as ações pastorais indicadas e as razões do encontro, Zenit entrevistou um de seus participantes, o padre Alessandro Olivieri Pennesi.

- Por que a difusão da New Age representa um «desafio» para os cristãos?

- Pe. Alessandro Olivieri Pennesi: A New Age constitui um grande desafio para o cristianismo. Não só porque se está difundindo em nível planetário, mas, sobretudo, porque incorpora elementos do cristianismo, modificando seu significado original; por exemplo, Jesus Cristo já não é considerado como Filho de Deus e único Salvador do mundo.

Existe a perda do conceito de «verdade», estamos em pleno subjetivismo. Deus tem mil facetas (energia cósmica, extracósmica, uma Mente, o Todo, somos nós mesmos, etc).

Se Jesus já não é o Salvador, se vai à busca de outras salvações que se convertem em «auto-salvações» através de métodos, meditações, praticas várias, inclusive mágicas. Esvazia-se da espera escatológica, enquanto que a salvação chegará em qualquer caso após uma série, talvez longuíssima, de reencarnações.

Talvez o maior escolho a enfrentar seja sem dúvida o da perda da consciência de verdade, que faz nulo todo intento de usar os paradigmas da razão.

- É certo que o pensamento fraco e uma aproximação particularmente emotiva à espiritualidade New Age são fenômenos bastante difundidos no mundo católico?

- Pe. Alessandro Olivieri Pennesi: Alguns afirmaram que a New Age «é um fenômeno típico da cultura pós-moderna, baseada no pensamento fraco, no relativismo ético e no consumismo», não posso senão compartilhar esta afirmação.

O pensamento da New Age se difunde sutil e quase imperceptível de muitas formas e por muitas vias, segundo afirma o secretariado para o ecumenismo e o diálogo dos bispos italianos, e é apresentado assinalando-se com as marcas do amor universal e da defesa da natureza.

Esta proposta pode levar a engano enquanto apresenta algumas metas sobre as quais é fácil estar de acordo: harmonia entre homem e natureza, tomada de consciência e compromisso para fazer melhor o mundo, mobilização de todas as forças do bem por um projeto unitário de vida.

A New Age esvazia de sua verdade, singularidade e plenitude o significado do acontecimento salvífico de Cristo; de fato, o homem, segundo tal orientação de pensamento, pode fazer-se capaz, através de determinadas técnicas, de fazer experiência do divino sem o auxiliar da graça divina, levando a cabo com suas próprias forças sua salvação, da qual depende a harmonia universal.

O documento da Congregação para a Doutrina da Fé de 1989, Carta aos bispos da Igreja Católica sobre alguns aspectos da meditação cristã, é um texto de referência sobre a atenção que há que pôr na re-atualização das antigas gnoses, onde a salvação sucederá através da consciência esotérica para poucos.

Acerca das práticas New Age (ou gnoses, que é dizer mais ou menos o mesmo) existem numerosos exemplos. Por mencionar um, o último texto vaticano sobre a New Age se remete ao uso - em alarmante expansão - do eneagrama: um símbolo originalmente de caráter de iniciação desenvolvido em contexto esotérico-sincretista, que se transformou sucessivamente em sistema de classificação da personalidade em nove tipos psicológicos, que serve para a busca de uma auto-realização por via esotérica e/ou mágica.

Estamos em plena gnose. Em âmbitos cristãos anglo-americanos, tal método tem espaço no terreno da guia e da direção espiritual, pelo que os bispos americanos criaram uma comissão adequada para discernir o fenômeno.

- Quais são as características conceituais que definem a New Age? E quais as principais diferenças que caracterizam a doutrina cristã?

- Pe. Alessandro Oliveri Pennesi: Um autor americano, Douglas R. Groothuis, reconheceu seis características do pensamento New Age: tudo é um; tudo é Deus; a humanidade é Deus; devemos transformar nossa consciência; todas as religiões são uma; o otimismo para com a evolução cósmica. Podemos sintetizar nos seguintes pontos o que geralmente os «new agers» afirmam:

1. Não existe uma fonte de autoridade exterior - só interior («o deus dentro» de nós). A verdade como realidade objetiva não existe, afirma uma das mais conhecidas porta-vozes da New Age: A atriz Shirley Mclaine.

2. Criador e criatura são confundidos, crendo que Deus seja parte da criação e não separado desta. Eles adotam das religiões orientais o credo do monismo - que «tudo é Um» -, uma só essência do universo, todos e tudo formando parte desta essência.

3. Cristo é um tipo de energia mais que um indivíduo. Esta idéia de «consciência crística» afirma que Jesus não foi o único Cristo, mas que ele predispôs para receber a «consciência de Cristo», assim como provavelmente fizeram Buda, Krishna e Maomé. Este é um conhecido ensinamento do ocultismo gnóstico, que tem suas raízes nas religiões mistéricas babilônicas.

4. Quanto ao pecado, enquanto que se silencia a referência ao pecado de Adão, afirma-se, como apresenta «Um curso em milagres», que o problema principal do homem é a ignorância de sua divindade. Toda perceptível falta que o homem crê ter é mais uma ausência de conhecimento; com isto se elimina a necessidade de salvação e de um Salvador.

5. O seguidor da New Age considera seu bem onde o encontra. Sua moralidade dá seus critérios confiando no que «sente» como bem.

6. O tradicional modo de ver a personificação do mal como diabo ou Satanás está claramente ausente da literatura New Age. Mas Satanás é descrito como poderoso ser de luz e «soberano da humanidade», como afirma Alice Bailey, uma das principais inspiradoras do movimento New Age. Quanto à história e à tarefa de Lúcifer, Benjamin Creme, conhecido conferencista do movimento, sustenta: «Lúcifer veio do planeta Vênus há 18 milhões e meio de anos; é o diretor da evolução de nosso planeta, é o cordeiro do sacrifício e o filho pródigo. Lúcifer fez um sacrifício incrível, um sacrifício supremo por nosso planeta».

7. Os «new agers» retomam a antiga doutrina das religiões orientais sobre a reencarnação modificando-a substancialmente a fim de alcançar uma perfeição através de inumeráveis ciclos de morte e renascimento. Junto a isso se situa a prática do chamado «channelling» (canalizando), através da qual entidades desencarnadas guiariam a evolução espiritual da humanidade.

8. No documento redigido pelos Conselhos Pontifícios para a Cultura e para o Diálogo Inter-religioso - «Jesus Cristo, portador de água viva. Uma reflexão cristã sobre a Nova Era» - lê-se: «A New Age tem uma marcada preferência pelas religiões orientais e pré-cristãs, porque as considera incontaminadas de distorções judaico-cristãs. Portanto, tributa grande respeito aos antigos ritos agrícolas e aos cultos ligados à fertilidade».

Parece-me evidente uma denúncia de certas ideologias animalistas e ambientalistas que tendem a propor uma forma moderna de panteísmo neopagão.

- Que opina a respeito?

- Pe. Alessandro Olivieri Pennesi: A divinização da natureza, conhecida também como «hipótese Gaia», em homenagem à mitologia grega, é o fruto da passagem de uma justa tutela do ambiente a formas de proteção que me parece que recordam a reverência pelas vacas sagradas dos hindus.

Esta marca a influência das idéias New Age no movimento ecológico a partir da primeira «Jornada da Terra», em 1970, quando o planeta foi reconhecido como ser vivo, digno de adoração. A incompatibilidade desta veneração com os ensinamentos cristãos resulta evidente e é sublinhada pelos próprios partidários de Gaia.

Muitas publicações esotéricas vêem os ensinamentos bíblicos como a causa de grandes problemas ecológicos. Em um número da revista «Time» relativo aos problemas ambientais, a Bíblia, e em particular o Livro do Gênesis, onde o homem recebe o domínio sobre a terra e seus habitantes, é citada como um dos motivos para o maltrato da natureza por parte do homem. Segundo alguns ambientalistas, a difusão do cristianismo haveria levado a um desenvolvimento negativo da tecnologia que feriria a terra.

Em linha com esta atribuição de culpa, o culto da Mãe Terra e a ideologia ambientalista se acompanham também da desvalorização do ser humano, situado ao mesmo nível que as outras «espécies» e acusado inclusive de excessiva e nociva fecundidade.

É sintomático de fato que nenhuma das muitas organizações ambientalistas presentes no mundo associem à defesa da natureza também a defesa da vida humana pronunciando-se contra o aborto.

- O cardeal Georges-Joseph Marie Martin Cottier declarou que a New Age é «incompatível com a doutrina católica». Quais são as razões de uma condenação tão explícita?

- Pe. Alessandro Olivieri Pennesi: É verdade. O purpurado afirma que «as teses principais da New Age são incompatíveis com o cristianismo, muito mais, são opostas».

Segundo o documento vaticano «Jesus Cristo, portador de água viva. Uma reflexão cristã sobre a Nova Era»: «Resulta difícil separar os elementos individuais da religiosidade da Nova Era, por inocentes que podem parecer, da estrutura geral que penetra todo o mundo conceitual do movimento New Age».

«A natureza gnóstica deste movimento exige que se o julgue em sua totalidade. Desde o ponto de vista da fé cristã, não é possível isolar alguns elementos da religiosidade da Nova Era como aceitáveis por parte dos cristãos e rejeitar outros. Posto que o movimento da Nova Era insiste tanto na comunicação com a natureza, no conhecimento cósmico de um bem universal - negando assim os conteúdos revelados da fé cristã -, não pode ser considerado como algo positivo ou inócuo»

Fonte: Zenit.org



अमेअ ओस क्रिस्

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Uma revolução silenciosa ameaça a Civilização Cristã


Impregnado de mística esotérica de origem oriental, o movimento denominado Nova Era, como uma verdadeira serpente naja, seduz muitas almas que dele se aproximam, hipnotizadas por seu encanto mágico e pela promessa de “ser como deus”.


O leitor provavelmente já observou, tanto em livrarias quanto em lojas de discos, seções com o título New Age (ou Nova Era). E que esse material é oferecido ao público, em diversas cidades do Brasil, mesmo em livrarias que se apresentam como católicas.

Estamos sendo, na realidade, agredidos por uma invasão silenciosa de um dos maiores inimigos da Civilização Cristã.

Nestes dois mil anos de cristianismo, nunca a sociedade esteve tão influenciada por idéias ocultistas, esotéricas, mágicas ou pseudo-místicas, como nos dias de hoje.

Corrompido pela decadência moral e pelo enfraquecimento dos princípios religiosos, o Ocidente é invadido por uma grande variedade de práticas contrárias à Santa Igreja.

Com efeito, assistimos hoje ao surgimento de diversas correntes religiosas — também denominadas filosóficas — que se infiltram entre os católicos e operam uma verdadeira revolução silenciosa.

O diretor da “Folha de S. Paulo”, Otávio Frias Filho, assim descreveu essa situação:

“1. Todos os deuses, todas as crenças, todos os sistemas religiosos serão aceitos ao mesmo tempo. Como os antigos romanos, toleraremos todos exatamente por não acreditar a fundo em nenhum deles. 2. Nossa fé se reduziu à crença numa energia cósmica qualquer, uma "força". [...] 4. Gnomos, espíritos, magos, anjos, duendes, demônios – um cortejo de quimeras extintas pela luz elétrica – ressuscitam, assim, no ecletismo da nova religião, a mais relativista que já houve, apta a admitir quaisquer fantasias e ignorar contradições entre elas”.1

A nova mentalidade começa a invadir, infelizmente, até ambientes católicos!

Trata-se, como veremos, de um movimento organizado (e não espontâneo, como julgam alguns), direcionado contra a Religião de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que, por vezes, até se apresenta como cristão.

Seu nome? Não poderia ser mais genérico: Movimento Nova Era (ou, em inglês, New Age).

Monstro demoníaco, "divindade" da nova pseudo-religião
Nova Era: o disfarce sedutor do demônio

O Movimento Nova Era (MNE) é a reunião de várias correntes esotéricas diferentes que, agora falando a mesma língua, almejam, segundo seus adeptos, o fim da chamada Era de Peixes e a instauração da Era de Aquários.

Durante as perseguições romanas, os primeiros católicos usavam alguns símbolos como identificação de sua Fé. Um deles, presente nas catacumbas e em vários objetos da época, era o peixe, que em grego, escreve-se ixtus, cujas letras são as iniciais de Iéssus Xcristós Teou Yiós Sotér (Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador).

Essa Era de Peixes, que desejam extinguir, significa o Reino de Cristo na História, o cristianismo!

Para alcançar seus objetivos, tais organizações não raramente se revestem de uma aparência cristã e difundem mensagens pacifistas, ecológicas e filantrópicas. Todavia, por trás dessa capa, seguem elas uma doutrina esotérica e iniciática.

Já Nosso Senhor advertia: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes. Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7, 15).

Mosaico antigo com peixes, símbolo do cristianismo
O cristianismo: Religião revelada por Deus

"Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas dar-lhes pleno cumprimento, porque em verdade vos digo, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um só i, uma só vírgula da Lei, sem que tudo seja realizado” (Mt 5, 17).

Com o cristianismo completou-se a Revelação oficial, iniciada desde o Paraíso.

Nesse sentido, ao contrário do que dizem os adeptos da Nova Era, o cristianismo não é uma era histórica, mas o cumprimento da obra redentora de Nosso Senhor Jesus Cristo, guardada desde o Paraíso até a consumação dos séculos. Ele instituiu sua santa e única Igreja, ensinando e consolidando sua doutrina e convidando seus filhos à bem-aventurança eterna.

Mosaico representando São Paulo
Esoterismo e iniciação contra o cristianismo

São Paulo já previa numa de suas epístolas: “O Espírito diz expressamente que nos últimos tempos alguns homens renegarão sua fé, dando atenção a espíritos sedutores e doutrinas demoníacas” (1 Tim. 4,1).

A doutrina da Nova Era é esotérica, isto é, tem sua parte principal escondida, oculta, acessível apenas a pessoas iniciadas, que são lentamente levadas a negar o cristianismo.

Para essa transformação interna de cada homem, tais organizações utilizam rituais e práticas específicas, através das quais difundem sua doutrina, de fundo panteísta. Como veremos, essa doutrina não passa de uma reedição das antigas heresias panteístas, agora com roupagem nova.

Capa do livro A Conspiração Aquariana
“A Conspiração Aquariana” — manual da Nova Era

A Nova Era não se apresenta como um movimento unificado, sob a direção de um líder único, mas é uma constelação de pequenos movimentos.

Podemos caracterizar o Movimento Nova Era como uma grande mobilização de pequenos grupos, dispersos em diversos locais mas unidos no mesmo pensamento e objetivo, que formam uma enorme rede de ação e abrange centenas de entidades, instituições e grupos, sem que todos necessitem estar em contato ou mesmo se conhecer. Ao menos é assim que ele é apresentado.

Marilyn Ferguson, autora de A Conspiração Aquariana
Essa mega-rede é descrita pela escritora Marilyn Ferguson, em seu livro A Conspiração Aquariana, considerado por muitos como a “bíblia” da Nova Era 2:

“Enquanto a maioria de nossas instituições vem falhando, surge uma versão contemporânea da velha relação tribal ou familiar: a rede, um instrumento para o próximo passo na evolução humana. [...] A rede é moldável, flexível. Para todos os efeitos, cada membro é o centro da rede. As redes são cooperativas, não competitivas. São como as raízes da grama: autogeradoras, autoorganizadoras, por vezes até autodestruidoras. Representam um processo, uma jornada, não uma estrutura organizada. [...]

“Cada segmento [de uma rede] é auto-suficiente. Não se pode destruir a rede pela destruição de um dos líderes ou de algum órgão vital. O centro — o coração — da rede se encontra em todos os lugares. A Conspiração Aquariana é, na verdade, uma rede de muitas redes destinadas à transformação social. [...] Seu centro está em toda a parte. [...] A Conspiração não pode ser detida, porque é uma manifestação da mudança nas pessoas”.3

Fazem parte desse movimento entidades como: Renascer, Grande Fraternidade Universal, Nova Acrópole, Universidade Holística, Sociedade Internacional de Meditação, Centro de Estudos de Antropologia Gnóstica, Eubiose, Sociedade Teosófica, A Grande Pirâmide do Lago, Rosa Cruz Áurea, Perfeita Liberdade, Cidade da Paz, Movimento para Consciência de Krishna, Cadeia Mental Universal, Ordem dos 49, Clube Naturalista de Preservação da Vida, Himalaya Consultoria Vivencial, Abrasca (Associação Brasileira de Comunidades Alternativas), Legião da Boa-Vontade, Centro de Pesquisas de Discos Voadores, Fraternidade da Cruz e do Lótus etc.4

A transformação nas almas, método de conquista

Na introdução de sua obra, diz Marilyn Ferguson: “O ativismo social dos anos 60 e a ‘revolução da consciência’ do início dos 70 pareciam mover-se na direção de uma síntese histórica: a transformação social como resultante da transformação pessoal — a mudança de dentro para fora”.5

Essa nova tática de conquista da Revolução foi inúmeras vezes denunciada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. É a chamada Revolução Cultural, uma mudança gradual da vida cotidiana, dos costumes, das mentalidades, dos modos de ser, de sentir e de viver.6

O misticismo tribal e a extinção da razão

Em 1976, ainda no auge do comunismo, caracterizado como a III Revolução (a primeira é a pseudo-Reforma Protestante e a segunda a Revolução Francesa de 1789), Plinio Corrêa de Oliveira já demonstrava a metamorfose operada dentro do processo revolucionário rumo a uma IV Revolução – o tribalismo autogestionário e místico, hoje largamente incubado na Nova Era – denunciando suas características.7 Escreveu ele: “Bem entendido, o caminho rumo a este estado de coisas tribal [da IV Revolução] tem que passar pela extinção dos velhos padrões de reflexão, volição e sensibilidade individuais, gradualmente substituídos por modos de pensamento, deliberações e sensibilidade cada vez mais coletivos [...].

“De que forma? — Nas tribos, a coesão entre os membros é assegurada sobretudo por um comum pensar e sentir, do qual decorrem hábitos comuns e um comum querer. Nelas, a razão individual fica circunscrita a quase nada. [...] Ao pajé incumbe manter, num plano místico, esta vida psíquica coletiva, por meio de cultos carregados de ‘mensagens’ confusas, mas ‘ricas’, dos fogos fátuos ou até mesmo das fulgurações provenientes dos misteriosos mundos da transpsicologia ou da parapsicologia”.8

Do Amor de si ao esquecimento de Deus:

O homem justo faz do “amor de Deus” o eixo de sua vida, pelo qual ele julga todo o resto, cumprindo o maior dos Mandamentos: “amarás o Senhor teu Deus de todo o coração de toda a alma, de todo o entendimento, e com todas as suas forças”(Mc, 12, 30)

Na mesma linha, o catecismo da Igreja ensina que a finalidade do homem é “conhecer, amar e servir a Deus”.

A santidade consiste em amar a Deus até o esquecimento de si mesmo, a ponto de ser um outro Cristo ou, nas palavras de São Paulo: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em mim”.

Nesse amor sublime, fruto da inocência de alma, reside a verdadeira felicidade e o tesouro mais precioso de nossas almas, onde “o ladrão não chega, nem a traça rói”. (Lc. 12, 33)

Todavia, para os adeptos da Nova Era, não é a Deus que devemos conhecer e amar, mas a nós mesmos... Pois, segundo imaginam, Deus não é superior aos homens e digno de ser amado sobre todas as coisas, mas é igual aos homens!

Como conseqüência, o homem deve conhecer a si mesmo – através do que chamam de iluminação – e perceber que ele é “deus”.

Em outros termos, o igualitarismo, tantas vezes denunciado pelo magistério da Santa Igreja como oposto ao cristianismo (Ver Box 1, no final do artigo)., é agora exaltado até o destronamento de Deus.

A Nova Era é a “religião” dos homens igualitários que se julgam “deuses”. Cristo, Rei do Universo. Com uma tiara na cabeça e segurando o globo terrestre apoiado em Seu joelho, Cristo recebe a homenaem de soberanos representando as nações do universo

O igualitarismo corrompe a Criação

Deus, em sua infinita sabedoria, criou cada homem com suas características próprias e hierarquicamente dispostas.

Santo Tomás explica que é através dessa diversidade de características que se tem uma imagem mais perfeita de Deus. Os homens em seu conjunto, muito mais do que individualmente, formam um belíssimo mosaico refletindo as perfeições de seu Criador. 9

Por isso, diz a Sagrada Escritura que cada coisa feita por Deus era boa, mas o seu conjunto era “muito bom”. 10

Não podendo nada contra o Criador, o demônio investe contra o reflexo de Deus na criação e seduz os homens, através do orgulho, com a promessa utópica do igualitarismo.

“Sereis iguais a Deus”: a sedução da Nova Era

Com a mesma mentira com que seduziu Adão e Eva no Paraíso Terrestre [ver quadro ao final do artigo], a Serpente agora busca seduzir os homens do século XXI.

“Sereis iguais a Deus” (Gen. 3, 5). É o que promete a Nova Era para os que se deixam enganar pelo veneno igualitário do demônio.

É o orgulho levado às últimas conseqüências, mediante o qual o homem se esquece de Deus para amar a si sobre todas as coisas.

Lúcifer: o primeiro igualitário

“Tu, desde o princípio, quebraste o meu jugo, rompeste os meus laços e disseste: - Não servirei!” (Jer 2, 20).

A esse brado igualitário de Lúcifer, que não desejou servir a seu Senhor, respondeu São Miguel: “Quem como Deus?”.11

Os anjos, assim como os homens, também tiveram sua prova, na qual deveriam escolher entre amar a Deus ou amar a si.

Os irmãos Gustavo e Sérgio Solimeo, em seu livro “Anjos e Demônios, a Luta Contra o Poder das Trevas”, assim se referem à prova dos anjos: “Segundo Santo Tomás de Aquino, essa soberba consistiu em que os anjos maus desejaram diretamente a bem-aventurança final, não por uma concessão de Deus, por obra da graça, e sim por sua virtude própria, como mera decorrência de sua natureza. Desse modo, quiseram manifestar sua independência em relação a Deus; eles recusaram assim a homenagem que deviam a Deus como seu criador e desejaram substituir-se a Ele e ter o domínio sobre todas as coisas: ‘ser como deuses’. (cf. Gen. 3, 5)”.12

Exatamente o que sustenta o Movimento Nova Era, é a salvação (bem-aventurança), não como obra da graça, mas como decorrência da própria natureza divina do homem.

A queda dos anjos rebeldes
Lúcifer: o anjo da “iluminação” esotérica

Antes da revolta dos anjos, segundo narra São João Bosco em sua conhecida História Sagrada, os anjos eram todos bons.

Lúcifer era o anjo mais belo que Deus havia criado.13 Deste fato resulta o seu nome, que significa aquele que ilumina, aquele que porta a luz: lúcifer.

“Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago” (Lc 10, 18). Aquele que iluminava, agora vive nas trevas tentando os homens.

Para a Nova Era, o homem precisa atingir a consciência de que é deus, precisa se iluminar. A iluminação é o processo através do qual o homem perde a sua individualidade, entregando-se, como uma gota d’água no oceano, à grande energia primeira. Através dessa prática, o iniciado se reconhece divino, assim como todos os objetos, formando uma só energia com todos eles.

Gnomo, uma das "divindades" da nova pseudo-religião
Panteísmo: a doutrina oculta do demônio

A filosofia básica da Nova Era é o panteísmo. Segundo essa heresia, existe apenas uma realidade, que é a energia cósmica (que alguns chamam de deus), o resto é o maya (ilusão). Toda a diversidade de seres (sejam minerais, vegetais, animais ou mesmo espirituais) é uma ilusão dos sentidos, que tende a ver diferenças onde só existe igualdade. Tudo é manifestação de uma mesma energia, que é divina e espalhada em todas as coisas.

O demônio é o pai dessa doutrina que busca enganar os homens e fazê-los participantes de sua revolta. Diz São João: “Foi [o Demônio] homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade” (Jo 8, 44).

Nesse sentido, é revelador o poema escrito por Pierre Weil, um dos expoentes da Nova Era e reitor da chamada universidade holística14, em seu livro A Revolução Silenciosa, no qual resume o orgulho panteísta e igualitário desse movimento: Diz ele, sobre si mesmo: “Sou desprovido de nome, porque todo nome me limita. Porém, muitos nomes me deram. Sou Brahman. Sou Brahma, Vishnu e Shiva. [...] Sou Jahvé. Sou Buda. Sou Cristo. Sou o Pai, com ou sem barba. Sou o Filho. Sou o Espírito Santo. Sou Allah, Sou Alfa e ômega, o começo e o fim. [...] Sou energia. Sou a natureza. [...] Sou Deus. Sou o Eterno. Sou Universo. [...] Sou você dentro do teu corpo. Sou também o teu próprio corpo. [...] Sou as partes que estão no todo. Sou o todo que está em todas as partes. [...] Sou o homem. Sou a mulher. [...] Sou sujeito, sou objeto, sou espaço entre os dois. [...] Sou o autor. Sou o ator. Sou o papel. Sou a peça. Sou o espectador. [...] Sou zero. Sou um. [...] Enfim sou a tua alma através da qual desfruto da imensa bem-aventurança de ser consciente da própria bem-aventurança” 15

A reencarnação evolucionista

Imaginando-se deus, o adepto da Nova Era naturalmente é levado a negar a justiça divina (já que essa justiça pressupõe a existência de Deus superior aos homens) e, em seu lugar, aceita a doutrina espírita da reencarnação.

Contra essa doutrina, há o ensinamento formal de São Paulo: “Está decretado que o homem morra uma só vez, e depois disto é o julgamento”(Hb 9, 27).

Autoconhecimento e redenção

A Nova Era afirma que o problema do homem não é o pecado, mas a ignorância. Conhecer-se a si mesmo, eis o lema da Nova Era.

Não é mais a Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo que abre as portas da eternidade, mas o próprio homem que se julga salvo pela sua natureza divina.

Desta forma, o supremo ato de amor de Deus é substituído pelo supremo ato de orgulho de quem julga ocupar o lugar de seu Criador.

Para esses adeptos, não há inferno, não há castigo, não há justiça. O erro (pecado) de uma vida não será castigado na eternidade, mas numa encarnação menos evoluída ou mais sofrida, onde aqui se faz, aqui se paga. É a chamada Lei do Carma.

Canalização da Energia Cósmica

Não é pensando que se ilumina, é mediante a meditação por dentro de si, mediante a canalização da energia por dentro do próprio corpo.

Para esse fim nos levariam o tarô, os búzios, quiromancia, astrologia, numerologia, cristais, certos tipos de medicina alternativa e de acupuntura etc. Tudo é usado para dar uma nova visão ao ser humano, uma nova maneira de experimentar a realidade.

Claro que várias dessas práticas abrangem um aspecto natural que pode produzir um resultado efetivo. Todavia, elas têm servido, em várias circunstâncias, para difundir a doutrina esotérica da Nova Era.

Os cristais e as pirâmides são muito usados pelos adeptos da seita, pois seriam uma maneira de canalizar essas energias e curar doenças, atrair prosperidade, levar a um grau de consciência superior.

Trata-se, na realidade, da volta ao paganismo primitivo, com suas milhares de superstições e idolatrias.

Nova Era é incompatível com a Fé Católica

Em seu Evangelho, São Mateus expõe a sábia advertência de Nosso Senhor: “Eis que eu vos envio como ovelhas entre lobos. Por isso, sede prudentes como as serpentes e sem malícia, como as pombas” (Mt 10, 16).

Dom Donald W. Montrose, enquanto Bispo diocesano de Stockton, na Califórnia, fez uma longa análise da influência satânica da Nova Era nos Estados Unidos. Em seu substancioso documento, afirma:

“Na superfície, o movimento New Age parece um movimento de paz. Entretanto, é ocultista, mesmo quando Satanás não é mencionado. O ‘deus’ da New Age não é o Deus do cristianismo. O ‘deus’ da New Age é uma espécie de energia impessoal que abarca o universo inteiro. Esta é uma forma de panteísmo. Não se deixem enganar pelas suas palavra sobre ecologia, a beleza do mundo natural, a fundamental bondade dos objetivos aparentes deste movimento. Não é um poder espiritual que vem de Deus, mas do reino da luz falsa e das trevas” 16.

E João Paulo II, em pronunciamento aos bispos norte-americanos, previne os fiéis sobre a Nova Era e sua deletéria influência entre católicos:

“As idéias do movimento New Age conseguem às vezes insinuar-se na pregação, na catequese, nas obras e nos retiros, e deste modo influenciam até mesmo católicos praticantes, que talvez não tenham a consciência da incompatibilidade entre aquelas idéias e a fé da Igreja. Na sua visão sincretista e imanente, esses movimentos [...] tendem a relativizar a doutrina religiosa. [...] Além disso, apresentam com freqüência um conceito panteísta de Deus, o que é incompatível com a Sagrada Escritura e com a Tradição cristã” 17.

Imagem da Imaculada de Quito, muito venerada no Equador: com uma corrente, jugula a cabeça do demônio
Devoção a Nossa Senhora: o antídoto profético

A Nova Era é um dos venenos sedutores do demônio, que tenta os homens através do orgulho: “Amarás a ti mesmo sobre todas as coisas”, eis como se poderia exprimir o lema da Nova Era.

Quando uma alma se deixa contaminar pelo amor próprio desordenado, fruto de seu orgulho, não há moral capaz de a controlar, não há mais verdade que ela não coloque em dúvida, não há hierarquia que ela não queira derrubar.

E como tudo isso é o oposto à Santíssima Virgem, que em sua humildade desejava ser a escrava da Mãe de Deus!

Nossa Senhora é o triunfo da humildade sobre o orgulho, do verdadeiro amor de Deus sobre a soberba igualitária.

Nesse sentido, escreve o grande missionário francês do século XVII e Doutor marial, São Luís Maria G. de Montfort: “O que Lúcifer perdeu por orgulho, Maria ganhou por humildade. O que Eva condenou e perdeu pela desobediência, salvou-o Maria pela obediência”18 ·

Em outro trecho, afirma ainda São Luís de modo profético sobre o papel da Mãe de Deus nos últimos tempos: “Por meio de Maria começou a salvação do mundo, e é por Maria que deve ser consumada” 19.

É o que aquele grande apóstolo mariano chama de Reino de Maria, no qual o império de Nosso Senhor estender-se-á sobre o “império dos ímpios, dos idólatras e dos maometanos” 20, estabelecendo sobre a Terra a plenitude do Reino de Cristo na História.

São Bernardo de Claraval, autor do "Lembrai-vos"
Todos que recorrem à Santíssima Virgem são atendidos

Fica o alerta: em nossas dificuldades, não procuremos soluções onde elas não existem; desconfiemos dessas práticas ocultistas, verdadeiras ciladas para a perdição das almas.

Pelo contrário, procuremos a solução verdadeira que Nosso Senhor Jesus Cristo nos concedeu: a intercessão de sua Santíssima Mãe que, misericordiosamente, também a nós foi dada como Mãe. Procuremos aumentar nossa devoção a Ela, e assim seremos aliviados de nossos males, amparados em nossos problemas, atendidos em nossas súplicas.

É o que, de modo categórico, afirma o admirável Doutor da Igreja, São Bernardo de Claraval, em sua célebre e inspirada oração: “Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à Vossa proteção, implorado a Vossa assistência e reclamado o Vosso socorro fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, com igual confiança, a Vós, ó Virgem entre todas singular, como a Mãe recorro, de Vós me valho, e, gemendo sob o peso de meus pecados, me prostro a Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Assim seja”.

Box 1
Desigualdades na sociedade humana: doutrina pontifícia

São Pio X
São Pio X, no Motu proprio Fin dalla prima (18-12-1903), assim resume a doutrina de Leão XIII sobre as desigualdades na sociedade humana:

“I - A sociedade humana, tal qual Deus a estabeleceu, é formada de elementos desiguais, como desiguais são os membros do corpo humano; torná-los todos iguais é impossível; resultaria disto a própria destruição da sociedade humana.

“II - A igualdade dos diversos membros sociais consiste somente no fato de todos os homens terem a sua origem em Deus Criador; foram resgatados por Jesus Cristo e devem, segundo a regra exata dos seus méritos, ser julgados por Deus, e por Ele recompensados ou punidos.

“III – Disto resulta que, segundo a ordem estabelecida por Deus, deve haver na sociedade príncipes e vassalos, patrões e proletários, ricos e pobres, sábios e ignorantes, nobres e plebeus, os quais, todos unidos por um laço comum de amor, se ajudam mutuamente para alcançarem o seu fim último no Céu e o seu bem-estar moral e material na Terra” (Acta Sanctæ Sedis, Ex Typographia Polyglotta, Romæ, 1903-1904, vol. XXXVI p. 341, apud Plinio Corrêa de Oliveira, Nobreza e Elites Tradicionais Análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e Nobreza Romana, Livraria Civilização Editora, Porto, 1993, p. 296).

Pio XI, na Encíclica Divini Redemptoris, afirma:

“Deve-se advertir que erram de modo vergonhoso aqueles que opinam levianamente serem iguais, na sociedade civil, os direitos de todos os cidadãos, e não existir uma hierarquia social legítima” (Acta Apostolicæ Sedis, Vol. XXIX, Nº 4, 31/3/1937, p. 81, apud Plinio Corrêa de Oliveira, obra supracitada, p. 298).

Pio XII
Pio XII, Alocução aos trabalhadores da Fiat (31-10-1948):

“A Igreja não promete a igualdade absoluta que outros proclamam, porque sabe que o convívio humano produz sempre e necessariamente uma escala de graduações e de diferenças nas qualidades físicas e intelectuais, nas disposições e tendências internas, nas ocupações e nas responsabilidades” (Discorsi e Radiomessaggi di Sua Santità Pio XII, Tipografia Poliglotta Vaticana, vol. X, p. 266, apud Plinio Corrêa de Oliveira, obra supracitada, p. 299). Santo Tomás de Aquino trata da questão da desigualdade, especialmente na Suma Teológica, I, Q. 47, a. 2

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A serpente no paraíso terrestre: prefigura da Nova Era

No Paraíso, o demônio, que tinha sido expulso do Céu pelo seu ato de orgulho e levado pela inveja, tomou a forma de uma serpente e tentou Eva para que ela comesse do fruto proibido: “De modo algum morrereis, e Deus sabe muito bem disso; ao contrário, se dela comerdes, abrir-se-ão vossos olhos, sereis iguais a Deus, conhecereis o bem e o mal” (Gen. 3, 5).

Após o Pecado Original, Deus, voltando-se para a serpente, disse-lhe: “Estabelecerei inimizade entre ti e a mulher [Nossa Senhora], entre a tua descendência e a dela; ela te esmagará a cabeça e tu procurarás mordê-la no calcanhar” ¹.

São Luís Maria Grignion de Montfort assim explica esse trecho da Sagrada Escritura: “Uma única inimizade Deus promoveu e estabeleceu, inimizade irreconciliável que não só há de durar, mas aumentar até ao fim: a inimizade entre Maria, sua digna Mãe, e o demônio; entre os filhos e servos da Santíssima Virgem e os filhos e sequazes de Lúcifer.”².
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1 – É praticamente unânime a posição dos grandes teólogos de que a mulher referida é Nossa Senhora, chamada também de Nova Eva, Mãe do Novo Adão, que é Nosso Senhor Jesus Cristo.

2 – São Luís G. de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, ed. Vozes, Petrópolis, p. 54.

Notas:

1 – “Folha de S. Paulo” — Revista Mais!, 13-10-02.
2 – Ferguson, Marilyn (1993), A Conspiração Aquariana: Transformações Pessoais e Sociais nos Anos 80; Ed. Record, Rio de Janeiro, 1993.
3 – Idem., pp. 201 a 205.
4 – A esse respeito, ver: Dioclécio Luz, Roteiro Mágico de Brasília; vol. I e II., Codeplan, 1986.
5 – Op. cit., p. 18.
6 – Cfr. Plinio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, Artpress, São Paulo, 1982, III Parte.
7 – Idem, ibidem.
8 – Idem, Parte III, cap. III, 2.
9 – Cfr. Summa Teológica, I, Q. 47, a2, c.
10 – Gênesis, 1, 31 e Suma Teológica, I, Q. 47, a.2, c.
11 – A expressão “Quem como Deus?” é a tradução do nome Miguel em hebraico.
12 - SOLIMEO; Gustavo Antônio e Luiz Sérgio (1994); Anjos e Demônios - a Luta Contra o Poder das Trevas; São Paulo, ed. Artpress; 1994.
13 – São João Bosco, História Sagrada, Ed. Salesiana, 1965, p. 13.
14 – Holismo é uma palavra que se refere a tudo (holos): tudo é a mesma energia divina.
15 – Weil, Pierre; A Revolução Silenciosa, Ed. Pensamento, São Paulo, p. 200 a 203.
16 – Montrose, Donald W., Voz de alerta nos Estados Unidos: perceber e combater o demônio é dever do católico, in Catolicismo, fevereiro de 1996, p.22 e 23.
17 – Pronunciamento aos bispos norte-americanos, em 18 de maio de 1993, apud Catolicismo, fevereiro de 1996, p. 22 e 23.
18 – São Luís G. de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, Vozes, Petrópolis, p. 55 e 56.
19 – Idem, p. 50.
20 – Idem, p. 61.

Autor: Frederico Romanini de Abranches Viotti



अर्मदिल्हस para कत्िकोस्

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A Nova Era: Armadilha para os Católicos.


E-mail recebido de Patrícia Gontijo.
Caríssimo irmão Dilson, A Paz de Jesus!
Acompanho seu site há um bom tempo. Sei que é uma pessoa muito ocupada, mas peço encarecidamente que leia esta carta.

Sabemos sobre a nova era, os perigos e as formas pelas quais está se enraizando gradativamente e quase imperceptivelmente em nosso meio, em todas as esferas sociais, políticas, culturais e religiosas, apresentando-se como benéfica e iludindo, ludibriando muitos cristãos.
Não é preciso descrever aqui os artifícios utilizados para seduzir as pessoas, sabemos que utilizam-se de um vocabulário aparentemente cristão, no qual predominam palavras como harmonia, paz, unidade, amor, luz, felicidade, um vocabulário suave e cheio de esperança, justamente o que necessita o homem de hoje, que utilizam-se de objetos e músicas igualmente atrativos, mas que na verdade, seu objetivo é fazer com que o homem perca a fé em Deus, destruir o Cristianismo, a Igreja e desta forma, o próprio homem, fazendo-o acreditar que é Deus. A mesma mentira contada no princípio, pela serpente...
Sabemos que é um movimento liderado pelo anticristo, que é também o pai da mentira, é o lobo em pele de cordeiro.
Você Dilson, escreveu artigos bastante esclarecedores sobre o assunto. Mas o fato é que hoje em dia, não há quem não tenha sentido os efeitos dessa "filosofia" .Eles buscam enraizar seus conceitos de várias formas, para que as pessoas estejam familiarizadas quando houver a revelação do anticristo..
Uma forma recente, e motivo desta, é a disseminação de e-mails com conteúdo New Age. São mensagens editadas com músicas, lindas imagens, falando de Deus, de paz, de amor, harmonia, enfim, sabemos dos artifícios que utilizam, tão sutis, que as pessoas não percebem a armadilha. No início, alterava o conteúdo das mensagens. Depois, passei a contestá-las. Mas o fato é que recebi, de uma pessoa católica, uma mensagem encaminhada, intitulada "Pai Nosso em Aramaico", que me deixou estarrecida. É alarmante! Esclareço que a pessoa apenas encaminhou a mensagem, e não percebeu nada.
Na mensagem eles deturpam o Pai Nosso, e mentem, dizendo que seria a oração verdadeira, escrita em Aramaico. Alegam que a tradução que conhecemos hoje foi manipulada pela Igreja. Aliás, eles vivem para contestar a Palavra de Deus.
Mas o fato de ser encaminhada por uma pessoa católica, é prova de que muitos estão de olhos fechados!
Assim, desta vez, estão tentando deturpar essa oração sagrada: TODAS as palavras do falso pai nosso têm conotação new age.

Veja a íntegra da mensagem que me foi enviada:

É desta oração que derivou a versão atual do "Pai-Nosso", a prece ecumênica de Jesus Cristo.
Ela está escrita em aramaico, numa pedra branca de mármore, em Jerusalém / Palestina, no Monte das Oliveiras, na forma que era invocada pelo Mestre Jesus. O aramaico era um idioma originário da Alta Mesopotâmia, ( séc VI ac), e a língua usada pelos povos da região.
Jesus sempre falava ao povo em idioma aramaico.A tradução direta do aramaico para o português, (sem a interferência da Igreja), nos mostra como esta oração é bela, profunda e verdadeira, condizente com o Mestre Jesus.

"Pai-Mãe, respiração da Vida, Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos ! Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil.
Ajude-nos a seguir nosso caminho Respirando apenas o sentimento que emana do Senhor.
Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu, para que caminhemos como Reis e Rainhas com todas as outras criaturas. Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só, em toda a Luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades. Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois, assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda, E nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.
Não nos deixe ser tomados pelo esquecimento de que o Senhor é o Poder e a Glória do mundo, a Canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza. Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações. Que assim seja.

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A origem do Pai Nosso em Aramaico, ou "Pai Nosso Ecumênico", é do livro "Orações do Cosmo" de Neil Douglas-Klotz, e se espalhou pela Internet por Raul Branco, membro da Sociedade Teosófica pela Loja de Brasília-DF.

Sei que enxergou o mesmo ao ler a mensagem. Assim, aqui está meu pedido: Caso julgue oportuno, divulgue essa informação.
Pode utilizar trechos desta minha carta, utilizar suas palavras, enfim, tenha total liberdade. Penso que pela urgência, seria melhor que você escrevesse um artigo. Os usuários do site geralmente vão direto aos seus artigos. E minha única intenção é fazer com que este alerta chegue ao conhecimento das pessoas. Eu pretendo escrever um e-mail alertando as pessoas da minha lista de contatos, mas no caso das pessoas não católicas, e principalmente dos apóstatas, a tarefa é bem mais complexa, pois há a necessidade de primeiro explicar com detalhes sobre o movimento New Age, tão querido pelas pessoas que, a propósito, estão fugindo do catolicismo.

De Patricia Gontijo. E-mail: pathycia@bol.com.br São Paulo - SP


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Comentário de Dilson Kutscher, autor deste site.

Estimada amiga Patrícia, primeiramente agradeço a confiança depositada neste trabalho de evangelização.
Quanto a carta que você recebeu com este "pai-nosso" ecumênico, aparentemente com lindas palavras, falando de luz, sabedoria, liberdade e amor, na verdade é mais uma armadilha infernal para muitos cristãos desavisados, ou até para os avisados cristãos modernos, sendo que muitos destes fazem uma linha mais *esotérica. (*nova era) .
Infelizmente amiga, muitos católicos caíram nesta armadilha, pois a chamada "nova era", é cercada por palavras de paz, amor e fraternidade, com fortes tendências para uma união espiritual entre as religiões. Tal união, seria muito louvável se por de trás deste apelo de amor e fé, não tivesse uma falsa ideologia dizendo que todos os caminhos levam a Deus, pois desta forma *eles, pretendem tirar a Divindade de Jesus. (*pessoas ocultas que comandam em segredo o mundo)
Na Sagrada Bíblia esta escrito:
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (Jo 14, 6)
O Rei Jesus deixou bem claro na passagem acima, que Nele esta toda a Verdade, a Vida Eterna, o Caminho para chegarmos a Deus, e a única Salvação para nossa alma.
Qualquer pessoa que nos ofereça um outro caminho, será um sedutor de almas, que irá nos iludir com falsas palavras e promessas, afim de nos levar até o caminho da perdição e condenação eterna.
Assim, completando a passagem acima da Sagrada Bíblia, sabemos realmente qual o único Caminho para chegarmos ao Senhor nosso Deus, o Caminho da Eternidade da Alma, o Caminho do Rei Jesus Cristo.
"E para onde eu vou vós conheceis o caminho.
Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. " (João 14, 4-6)
A chamada nova era prega uma infinidade de mestres, diz que Jesus foi apenas mais um deles, que viveu entre os homens para ensina-los a aperfeiçoar o tal de *Karma, (*teoria de vidas passadas e reencarnação)
Eles colocam Jesus, o Filho de Deus, numa comparação de igualdade com Buda, Maomé, Alan Kardec e etc...
Sendo assim, dizem que cada religião tem seu caminho para se chegar a Deus, para um aperfeiçoamento da nossa alma. Por exemplo: Maomé seria o caminho dos muçulmanos para chegar a Deus (Alah). Os ensinamentos de Alan Kardec, seriam o caminho para aperfeiçoar o Karma, buscando a perfeição da alma junto a Deus, e assim por diante.
Mas os adeptos da nova era não seguem a Palavra de Deus contida na Sagrada Bíblia, quando "dizem" que a seguem, buscam segundo eles, a sabedoria do Mestre Jesus, distorcendo as palavras e as moldando segundo as suas doutrinas e ideologias mundanas.
Portanto, orações ecumênicas, como aquela que foi enviada para amiga Patrícia, distorcem o verdadeiro Pai-Nosso, que se encontra em Mateus 6, 9, na Sagrada Bíblia, fazendo muitos, inclusive católicos, acreditar que realmente a mais completa poderia ser a que foi enviada como prece ecumênica.
Agora, o que realmente assusta e me deixa preocupado, é o fato de católicos estarem repassando este falso pai-nosso, para outros irmãos, como se fosse uma coisa perfeitamente normal. Eu, como católico, tenho a obrigação de zelar pela Palavra de Deus, preciso alertar aos meus irmãos, que só existe uma única e verdadeira oração do Pai-Nosso, ensinada pelo Rei Jesus, que se encontra na Sagrada Bíblia. Fora desta, qualquer outra oração, ao qual alegam ser verdadeiras versões da oração do Pai-Nosso, são meras especulações, e não tem fundamento Bíblico. Infelizmente, eu, já vi não só esotéricos, espíritas e cristãos mudando esta oração, mas supostos "confidentes" católicos, que dizem receber mensagens de Jesus e Nossa Senhora, mudando e colocando palavras no Pai-Nosso e até na Ave-Maria.
Porém, a Sagrada Bíblia é bem clara com aqueles que distorcem a Palavra de Deus, quando diz:
"Eu me admiro da rapidez com que vos desviais daquele que vos chamou pela graça do Cristo, a fim de passar a outro evangelho. Não que haja outro; há apenas pessoas que lançam a perturbação entre vós e querem transtornar o Evangelho do Cristo. Mas se alguém, mesmo nós ou um anjo do céu, vos anunciasse um evangelho diferente daquele que nós vos anunciamos, seja *anátema! Já o dissemos, e agora torno a dizê-lo: se alguém vos anunciar um evangelho diferente daquele que recebestes, seja *anátema! Pois, estaria eu agora procurando o favor dos homens ou o de Deus? Acaso procuro agradar aos homens? Se eu ainda agradasse aos homens, não seria mais servo de Cristo" . (Gal 1, 6) (*anátema = maldito)
Por causa destes supostos "confidentes", que muitas vezes distorcem o Santo Evangelho, é que os verdadeiros confidentes mensageiros de Deus, são cada vez mais caluniados e perseguidos, pois a tendência do povo em geral, é um pagar pelo outro, ou seja, os bons pagam pelos ruins, que são os aproveitadores buscando a sua própria glória pessoal.
Existe também os católicos que se deixaram seduzir pela armadilha infernal da nova era, que com as suas propostas de paz, amor e fraternidade, arrastaram uma multidão de católicos à experimentar uma infinidade de filosofias esotéricas, com o disfarce e a desculpa de paz, harmonia e cura espiritual para a nossa vida. Um exemplo disto é a chamada filosofia Reiki, ao qual seus adeptos dizem, que é a energia da luz divina que pode ser aplicada a tudo que tenha vida pela imposição das mãos. Porém, na verdade, o conceito realmente do Reiki para os adeptos da nova era, diz o seguinte: "Reiki é um método único para desbloquear os poderes que habitam dentro de você, um sistema captador e multiplicador de energia apresentando-se como um sistema revolucionário e completo para adaptar o ser humano às exigências da Nova Era de Aquarius. O Reiki não é um dom, mas a canalização de uma energia cósmica. Assim qualquer pessoa pode aprender a prática. e o sendo iniciado por um mestre devidamente habilitado para tal. Segundo a terapia Reiki,a energia Cósmica quando Canalizada. pelo homem além dos 7 Chakras já conhecidos, desenvolve mais 2 para o exercício da terapia";
Inclusive, há um tempo atrás eu já tinha abordado este tema num dos meus artigos do site, depois que comecei a receber muitos e-mails de irmãos denunciando está prática esotérica em grupos católicos e até mesmo em Paróquias Certamente, se eu tivesse condições financeiras para viagens, me deslocando até o local denunciado, afim de verificar e documentar estes fatos, poderia expor nos sites católicos alertando sobre este tema.. E quem sabe, com provas devidamente documentadas, a própria CNBB não agisse com mais rigor e punisse Sacerdotes e demais religiosos, que concordam com este tipo de profanação dentro de suas Paróquias, ou fazem de conta que não sabem de nada.
Na verdade é muito triste, mas Sacerdotes e religiosos que deixam passar coisas profanas, ligadas ao esoterismo e a nova era, em seus grupos e Paróquias, são desleais ao Rei Jesus e covardes de coração, pois muitos deles tem medo de enfrentar a sociedade e as modas do mundo apóstata que se infiltraram nela, contaminando também os fieis de seus grupos e Paróquias. Infelizmente, para muitos religiosos, é bem mais conveniente e cômodo se fazer de cego e mudo, fingindo não ver e ficando calado, do que enfrentar de frente toda uma sociedade moderna, que se diz evoluída, mas na verdade torna-se cada vez mais profana. Muitos religiosos se encontram neste dilema, ou seguem as modas e novidades do mundo, ou correm o risco de ser repudiados pelos fieis e demais irmãos da sua comunidade.
Se um Sacerdote ou religioso, permite por exemplo que a filosofia Reiki seja liberada na sua Paróquia, e se nega a dar um parecer negativo sobre isto, por querer agradar aos fieis, deverá se lembrar que nem tudo que agrada aos homens poderá estar agradando a Deus. Será preciso fazer uma escolha, ser amigo do mundo, ou servir ao Senhor nosso Deus. Se optar por ser amigo do mundo, ganhará as coisas do mundo e será valorizado pelo mundo.Se optar por servir a Deus, ganhará a vida eterna, e um lugar na Morada do Senhor, além de salvar a muitos filhos de Deus.
Na Sagrada Bíblia está escrito:
"Quem pretende ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." (Tiago 4, 4)
"Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas." (Lucas 21, 19)
Como já foi dito em outros artigos, perseverar é um termo que significa permanecer firmes na fé, significa não se desesperar ante as provações do Mundo, e isto significa permanecer firme até o fim na esperança de ser salvo por Deus, combatendo as profanações e alertando aos nossos irmãos sobre as armadilhas infernais do mundo apóstata.
Deus quer que os cristãos dos “últimos tempos" sejam imitadores dos Mártires do começo da era cristã.
É preciso ser valente no combate, mas infelizmente os cristãos estão covardes e calados. Eles estão respeitando os inimigos da Fé, estão deixando eles espalharem livremente suas doutrinas e idéias mundanas, ligadas a nova era, entre os meios católicos em geral. É como um vírus que vai contaminando muitos grupos e Paróquias, por isto temos que ser dedicados enfermeiros e ajudar o Médico dos corações Jesus Cristo a curar os vírus que contaminam nossa alma.. A Palavra de Deus quando pregada com amor e fé, é um grande facho de Luz, que ao penetrar nos corações vai destruindo este maldito vírus de *filosofias falazes e vãs, fundadas em tradições humanas, nos elementos do mundo e não em Cristo. (*Cl 2, 8)
Temos que nos vacinar com o Sangue Precioso de Jesus, e não nos deixar contaminar com este vírus do mundo apóstata, pois em nosso coração, deve ser uma grande casa de portas abertas para o Senhor nosso Deus, afim honrarmos e glorificarmos ELE, conforme está escrito na Sagrada Bíblia:
"Numa casa grande, não há somente vasos de ouro e prata, mas também de madeira e barro, uns são para fins honrosos e outros para uso vulgar. Se portanto, alguém não se deixa contaminar por tais ensinamentos iníquos, será um vaso de honra, santificado, útil ao Senhor, apto para toda boa obra." (2 Tim 2, 20)
A nova era, e seus ensinamentos, nada mais são do que um vírus, contaminando com suas idéias e filosofias aos corações dos filhos de Deus. A paz e o amor que os adeptos da nova era anunciam é passageira, pois a Verdadeira Paz somente se encontra junto ao Senhor nosso Deus, o mundo não pode dar a verdadeira paz.
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá´ (Jo 14, 27)
As vezes torna-se difícil conseguir fazer certos irmãos compreender que certas filosofias do mundo, colocam suas almas em perigo, pois muitos estão influenciados pelas novidades mundanas, que quase sempre criam uma ilusão nos seus corações, os fazendo acreditar que podem estar mais próximos de Deus. Por isto meu irmão, quando você notar que muitos irmãos na tua comunidade estão se contaminando com as coisas da nova era, procure explicar com muita paciência sobre os perigos de se seguir ao mundo e suas filosofias fundadas nas tradições humanas e não em Cristo.
Se uma só alma, no meio de tantas outras, compreender que estava seguindo um falso caminho, diferente daquele que Jesus falou, e com isso voltar para o Verdadeiro Caminho da Salvação, então já terá válido a pena. Mesmo você sendo repudiado por muito dos seus irmãos, mas saiba que para o Senhor nosso Deus, você é um grande farol de luz divina a iluminar as trevas.
Que os Anjos do Senhor continuem a vos guardar !



पेंस nisso

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पापा É कारिस्मातिको ए अबेरतो ् नोवास कोमुनिदादेस

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Papa é carismático e aberto às novas comunidades

Bento XVI reconhece trabalho da Renovação Carismática, provando ser carismático e aberto ao diálogo.

No momento da eleição de Joseph Ratzinger para ser o novo representante da Igreja Católica, veículos de comunicação do mundo inteiro emitiram opiniões desfavoráveis, muitas vezes sem embasamento, a respeito da personalidade do atual papa, falando sobre seu carisma, que seria menor do que de seu antecessor João Paulo II. Alguns jornalistas, como a correspondente da Rede Globo de Televisão em Roma, Ilze Scamparini, chegou a afirmar que Bento XVI fecharias as portas da Igreja, tomando decisões radicais e contrárias, com algumas alterações de peso.


A jornalista chegou a dizer que antes de ser eleito Papa, ele tinha fama de ser intransigente e ultraconservador e tinha o apelido de “rottweiler de Deus”. Mas ela mesma afirmou, tempos depois, que o Papa Bento XVI conquistou novos admiradores mostrando ao mundo uma face de um “homem cordial, afável e doce em seus contatos com católicos e líderes mundiais”.


Surgiu, então, uma importante preocupação: quais rumos o novo Pontífice daria à Igreja Católica? Como seria seu relacionamento com o mundo e com os movimentos carismáticos e as novas comunidades de vida e aliança? Ele seria contrário a elas?
Não. Parte da pergunta acima é respondida pela própria jornalista: “Ele melhorou suas relações com a igreja ortodoxa, encontrou-se com o presidente da autoridade palestina e deixou claro o seu compromisso em manter boa relação com os judeus. O Papa alemão condenou com veemência a tentativa nazista de exterminar os judeus durante o Holocausto” (comentário em abril/2006, Bom Dia Brasil – Um ano com Bento XVI).
Quanto à sua relação com as novas comunidades, o presidente da Fraternidade Católica, Matteo Calisi, deu sua opinião e lembrou que o papa e os bispos estão abertos a esta realidade. “É impossível fechar os olhos a isto, o papa não quer que isto aconteça”. Esta também é a visão do fundador da Comunidade Católica Shalom, Moisés Azevedo. “O papa é inteiramente aberto às novas comunidades. Em recente encontro, ele discursou sobre o assunto com fundamentos teológicos, seguindo os passos de João Paulo II”, afirmou.
Kamilla Uhl
Missão Malaquias



पापा É कारिस्मातिको ए अबेरतो ् नोवास कोमुनिदादेस

Reporter: Frei Erick Ramon 0 Comentarios
Papa é carismático e aberto às novas comunidades

Bento XVI reconhece trabalho da Renovação Carismática, provando ser carismático e aberto ao diálogo.

No momento da eleição de Joseph Ratzinger para ser o novo representante da Igreja Católica, veículos de comunicação do mundo inteiro emitiram opiniões desfavoráveis, muitas vezes sem embasamento, a respeito da personalidade do atual papa, falando sobre seu carisma, que seria menor do que de seu antecessor João Paulo II. Alguns jornalistas, como a correspondente da Rede Globo de Televisão em Roma, Ilze Scamparini, chegou a afirmar que Bento XVI fecharias as portas da Igreja, tomando decisões radicais e contrárias, com algumas alterações de peso.


A jornalista chegou a dizer que antes de ser eleito Papa, ele tinha fama de ser intransigente e ultraconservador e tinha o apelido de “rottweiler de Deus”. Mas ela mesma afirmou, tempos depois, que o Papa Bento XVI conquistou novos admiradores mostrando ao mundo uma face de um “homem cordial, afável e doce em seus contatos com católicos e líderes mundiais”.


Surgiu, então, uma importante preocupação: quais rumos o novo Pontífice daria à Igreja Católica? Como seria seu relacionamento com o mundo e com os movimentos carismáticos e as novas comunidades de vida e aliança? Ele seria contrário a elas?
Não. Parte da pergunta acima é respondida pela própria jornalista: “Ele melhorou suas relações com a igreja ortodoxa, encontrou-se com o presidente da autoridade palestina e deixou claro o seu compromisso em manter boa relação com os judeus. O Papa alemão condenou com veemência a tentativa nazista de exterminar os judeus durante o Holocausto” (comentário em abril/2006, Bom Dia Brasil – Um ano com Bento XVI).
Quanto à sua relação com as novas comunidades, o presidente da Fraternidade Católica, Matteo Calisi, deu sua opinião e lembrou que o papa e os bispos estão abertos a esta realidade. “É impossível fechar os olhos a isto, o papa não quer que isto aconteça”. Esta também é a visão do fundador da Comunidade Católica Shalom, Moisés Azevedo. “O papa é inteiramente aberto às novas comunidades. Em recente encontro, ele discursou sobre o assunto com fundamentos teológicos, seguindo os passos de João Paulo II”, afirmou.
Kamilla Uhl
Missão Malaquias



देप्रे ए fé

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DEPRESÃO E FÉ

Por: Mara S. Martins Lourenço

Religiosos também são atacados por esse mal. Uma das doenças mais comuns nos nossos dias é a depressão, que é o tema deste artigo. Vamos tentar desmistificar alguns tabus até hoje presentes na mente e no coração de muitas pessoas. são eles:

1. Um homem de verdade ou uma mulher forte não ficam deprimidos, pelo menos, não por muito tempo.

A verdade: Depressão não é a manifestação de uma imperfeição de caráter ou de uma fraqueza humana. Aquele que está em luta contra esse distúrbio não é um indivíduo fraco ou emocionalmente frágil.

2. Uma fé sólida afasta a depressão.

A verdade: A crença de que religiosos não são “atacados” pela depressão – e de que devem desconfiar de sua fé caso o sejam – é tanto quanto cruel como o primeiro mito relatado acima. Admite-se que padres, religiosos e pessoas altamente crentes e religiosas possam sofrer de pressão alta, diabetes, esclerose, entre outras enfermidades, e não se percebe que a depressão é uma perturbação grave da saúde tanto quanto os outros males citados o São. E o é até mais, tendo em vista que ela não afeta só o físico, mas toda a fisiologia do paciente, ou seja, todo o funcionamento do corpo – tanto na parte biológica como na mental. Percebendo este aspecto da doença, podemos entender por que razão as pessoas depressivas sentem seu relacionamento com Deus enfraquecer-se.

Tenhamos em mente que:

1. A depressão não é simplesmente um “mau dia”, mas sim, uma grave doença mental;

2. A depressão não está associada com a intensidade da fé. Qualquer pessoa pode se tornar vítima de suas garras hostis.

Três fatores se entrelaçam e podem determinar o surgimento da depressão, são eles:

1. Genética: a história famíliar de pacientes depressivos revela que seus parentes biológicos sofrem ou sofreram de depressão, havendo, portanto, uma predisposição ao desenvolvimento da doença.

2. Estresse: tão comum em nossos dias é uma força propulsora que – agrupada a outros fatores – pode desencadear a depressão. O estresse é potencializado por fatores tais como: baixa auto-estima, preocupações financeiras ou profissionais, problemas de relacionamento, conflitos psicológicos e mudanças de vida significativas.

3. Tristeza: quando sentimentos como tristeza, solidão, rancor, pesar por perdas são guardados, estes vão se avolumando de forma a se tornarem “tóxicos” à nossa alma e ao nosso corpo. É como um vulcão que guarda dentro de si, até mesmo por séculos, substâncias destrutivas; e quando menos se espera ocorre a erupção. No caso do ser humano, essas “substâncias” são as mágoas não resolvidas, as perdas não choradas e não reclamadas, que se avolumam e, de repente, (Â s vezes, não tão de repente assim), se transformam em doenças, como a depressão, por exemplo.

A depressão faz com que muitos desejos cessem, inclusive o de orar.

Os sentimentos de separação, isolamento e abandono, comuns na depressão, intensificam-se quando a pessoa sente que Deus está ausente. A alma sente tanto quanto a mente e o espírito. Embora a pessoa sinta um completo abandono, uma ausência de Deus, este se apresenta naquelas situações em que a pessoa se sente mais fraca, como canal de graça para o outro.
Como a depressão é uma doença, e grave, é necessário que seja tratada. O paciente precisa da ajuda de profissionais. Os médicos psiquiatras e os psicólogos são os mais indicados para tratí-la por serem especialistas no tratamento do aspecto fisiológico e psicológico das perturbações mentais. Justamente porque é preciso haver uma mudança de atitudes.

Encarar a vida assim pode ajudar os deprimidos a saírem desta condição:

- A prioridade número um de minha vida tem que ser minha recuperação;

- Neste momento, estou necessitado de ajuda;

- É necessário que eu me permita lamentar – de maneira plena e desinibida – as perdas que sofri durante a vida;

- É necessário que eu me permita ficar irado;

- É hora de parar de me castigar por falhas reais ou imaginírias;

- Sou mais do que aquilo que realizo, tenho meu próprio valor;

- Devo evitar que meu trabalho venha a se transformar em meu senhor;

- Reconheço minhas limitações. Posso ser instrumento e canal da graça e da cura de Deus, mas salvar pessoas é algo que pertence ao domínio exclusivo de Deus;

- Possuo controle sobre algumas íreas, não é possível controlar tudo e todos;

- Preciso de mais companhia e menos isolamento;

- Preciso parar de ser tão inflexível comigo mesmo.

Concluindo: deixemos de lado os paradigmas de que depressão só ataca pessoas fracas e sem fé. É obrigação nossa – como seres humanos e cristãos – estar sempre atentos com relação àsnossas reações físicas, pois o corpo fala, nos dá sinais de como está a nossa saúde mental e espiritual. Por essa razão, fiquemos também atentos àspessoas que estão ao nosso redor e nos procuram, pois podem estar sofrendo caladas, esperando uma abertura de nossa parte, nem que seja uma pequena “fresta”, para falarem de seus sentimentos e suas dores.



Paz e Bem (Louvor as Criaturas)

Altíssimo, onipotente, bom Senhor
Teus são o louvor, a glória, a honra
E toda a benção.
Só a ti, Altíssimo, são devidos;
E homem algum é digno
De te mencionar
Louvado sejas, meu Senhor
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o senhor irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.
E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo, é a imagem.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste as claras
E preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo,
Pelo qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado sejas, meu Senhor
Pela irmã Água,
Que é muito útil e humilde
E preciosa e casta.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite,
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra,
Que nos sustenta e governa
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados os que as sustentam em paz,
Que por Ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.
Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes à tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!
Louvai e bendizei ao meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade.

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