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Certo dia, um doutor da Lei perguntou a Jesus: "Mestre, qual o maior mandamento da Lei?".
Jesus disse-lhe: "Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças. Este é o maior e o primeiro dos mandamentos. O segundo é semelhante a este: amarás o teu próximo como a ti mesmo".
Jesus também disse: "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem e caluniam. Assim sereis filhos do vosso Pai que está nos céus e que faz nascer o sol para os bons e os maus, além de enviar a sua chuva aos justos e aos pecadores".


De toda a parte acorriam multidões para ouvir as palavras de Jesus. Certa vez, Jesus subiu a um monte, sentou-se e começou a ensinar, dizendo:
"Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os mansos porque possuirão a terra.
Bem aventurados os que choram porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça porque deles é o reino dos céus.
Alegrai-vos e exultai porque grande é a vossa recompensa nos céus".


Um dia, Jesus foi com três dos seus apóstolos, Pedro, Tiago e João, a um monte alto e transfigurou-se diante deles. A sua face resplandeceu como o sol e as suas vestes alvejaram como a neve. Ao mesmo tempo apareceram Moisés e Elias falando com ele.
Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus: "Senhor, é bom estarmos aqui. Se quiserdes, armaremos aqui três barracas, uma para vós, outra para Moisés e outra para Elias".
Mas, de repente, uma nuvem luminosa os envolveu e do meio da nuvem ouviu-se uma voz: "Este é o meu filho dileto em quem pus toda a minha complacência. Escutai-o".
Ouvindo estas palavras, os discípulos caíram por terra e ficaram com muito medo. Porém, Jesus se aproximou deles e os tocou, dizendo: "Levantai-vos e não temais". Então ergueram os olhos e não viram mais ninguém a não ser Jesus.


Durante a ceia, Jesus disse: "Em verdade vos digo: um de vós há de entregar-me". Os discípulos começaram a olhar uns para os outros, perguntando entre si qual deles faria tal coisa. João, o discípulo predileto, estava encostado sobre o lado de Jesus. Simão Pedro perguntou-lhe por sinais: "De quem ele fala?". João reclinou-se sobre o peito de Jesus e perguntou-lhe: "Senhor, quem será?". Jesus respondeu: "Será aquele a quem eu der um pedaço de pão molhado". E, molhando o pão, entregou-o a Judas Iscariotes. Este disse: "Por ventura serei ei, Mestre?". Jesus respondeu-lhe: "Tu o disseste! O que tiverdes que fazer, faça-o depressa".
Como Juda tinha uma bolsa, alguns julgaram que Jesus lhe dissera: "Compra o que for preciso para o dia da festa" ou "Dá algo aos pobres". Judas engoliu o pedaço de pão e Satanás tomou posse dele. Saiu imediatamente. Já era noite.


Depois da refeição, Jesus tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: "Tomai e comei. Isto é o meu Corpo que é dado por vós".
Da mesma forma, tomou o cálice, deu graças e o entregou aos discípulos, dizendo: "Tomai e bebei todos vós. Isto é o meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos os homens para a remissão dos pecados. Fazei isto em minha memória".
Jesus cumpriu assim a promessa que fizera, quando disse: "Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. O pão que vos darei é a minha própria carne para a vida do mundo. A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue está em mim e eu nele".


Na véspera da sua paixão, à tarde, Jesus pôs-se à mesa com os discípulos para comer o cordeiro pascal. A certo momento, levantou-se, colocou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com uma toalha. Chegando a vez de Simão Pedro, este disse-lhe: "Senhor, vós irás lavar os meus pés?". Jesus respondeu: "O que eu faço tu não o sabes agora, mas irás saber depois". Disse-lhe Pedro: "Não permitirei que o faças". Jesus respondeu: "Neste caso, não terás parte comigo". Disse-lhe Simão Pedro: "Senhor, se é assim, então não me laveis só os pés, mas também as mãos e a cabeça".
Tendo acabado de lavar os pés de todos os apóstolos, disse-lhes Jesus: "Compreendeis o que vos fiz? Dei-vos o exemplo para que o façais uns aos outros como eu vos fiz a vós".


À vista da cidade, Jesus chorou sobre ela e disse: "Ai! Se ao menos neste dia soubesses reconhecer aquele que seria a tua salvação! Dias virão em que os teus inimigos hão de te cercar por todos os lados, te destruirão completamente junto com os que se abrigam dentro de teus muros e não deixarão pedra sobre pedra porque não soubeste aproveitar o tempo da salvação".
No dia seguinte, mostrando o templo e suas construções aos discípulos, disse-lhes: "Vedes este grandioso edifício? Em verdade vos digo: não ficará pedra sobre pedra".


Naquele tempo, Jesus aproximou-se de Jerusalém e disse a dois dos seus discípulos: "Ide à aldeia que está a vossa frente e logo encontrareis uma jumenta e o seu jumentinho com ela. Desamarrai-os e me tragam. Se vos disserem alguma coisa, respondei que o Senhor precisa deles e logo os deixarão trazer".
Os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenou. Trouxeram a jumenta e o jumentinho, estenderam suas vestes sobre eles e montaram Jesus.
Muita gente estendia no caminho suas vestes; outros cortavam ramos de árvores e punham sobre a estrada. E toda a multidão aclamava Jesus, dizendo: "Bendito o que vem em nome do Senhor".


Doutra vez, chegando Jesus perto de uma cidade, um cego esta sentado à beira do caminho, pedindo esmola. Disseram-lhe que Jesus ia passar por ali e ele começou a gritar: "Jesus, tende piedade de mim". Jesus perguntou-lhe: "O que queres que eu faça?". O cego respondeu: "Fazei que eu venha a enxergar". Jesus disse-lhe: "Vê! A tua fé te salvou!". Imediatamente o cego passou a ver e acompanhou Jesus, glorificando a Deus.JESUS CURA UM CEGODoutra vez, chegando Jesus perto de uma cidade, um cego esta sentado à beira do caminho, pedindo esmola. Disseram-lhe que Jesus ia passar por ali e ele começou a gritar: "Jesus, tende piedade de mim". Jesus perguntou-lhe: "O que queres que eu faça?". O cego respondeu: "Fazei que eu venha a enxergar". Jesus disse-lhe: "Vê! A tua fé te salvou!". Imediatamente o cego passou a ver e acompanhou Jesus, glorificando a Deus.


Depois de tornarem a vesti-lo com suas vestes, os soldados levaram Jesus para ser crucificado. Carregando a sua cruz, Jesus saiu da cidade a caminho do monte Calvário, também chamado Gólgota.Com ele seguiam outros dois condenados, dois malfeitores, destinados ao suplício.Pelo caminho, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, que voltava do campo e o obrigaram a levar a cruz atrás de Jesus.No Calvário, Jesus foi crucificado, entre os dois ladrões, um à sua direita e o outro à sua esquerda. E Jesus orava: "Pai, perdoai-os pois não sabem o que fazem".Os soldados dividiram entre si as vestes de Jesus, tirando a sorte. Como a túnica era uma peça única, lançaram a sorte para ver a quem cabia.Junto à cruz do Senhor estava Maria, sua Mãe, e o apóstolo João. Jesus disse à Mãe: "Mulher, eis aí o teu filho". Depois disse ao discípulo: "Eis aí a tua Mãe". E a partir daquele momento o discípulo tomou Maria consigo.


Então Pilatos mandou levar Jesus à presença do povo, com a coroa de espinhos e o manto púrpura. E disse aos judeus: "Eis aqui o homem". Mas logo que o viram, os judeus gritaram: "Crucifica-o! Crucifica-o". Disse-lhes Pilatos: "Tomai-o vós e crucifiquem-no porque eu não encontro nele crime algum". Responderam-lhe os judeus: "Se o soltas, não és amigo de César".Aterrado, Pilatos pronunciou a sentença de morte e entregou Jesus aos judeus, para que o crucificassem.
JESUS É CONDENADO À MORTEEntão Pilatos mandou levar Jesus à presença do povo, com a coroa de espinhos e o manto púrpura. E disse aos judeus: "Eis aqui o homem". Mas logo que o viram, os judeus gritaram: "Crucifica-o! Crucifica-o". Disse-lhes Pilatos: "Tomai-o vós e crucifiquem-no porque eu não encontro nele crime algum". Responderam-lhe os judeus: "Se o soltas, não és amigo de César".Aterrado, Pilatos pronunciou a sentença de morte e entregou Jesus aos judeus, para que o crucificassem.


Pilatos, vendo que nada conseguia, mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão, dizendo: "Estou inocente do sangue deste justo! A vós pertence toda a responsabilidade!". O povo gritou: "Que caia o seu sangue sobre nós e nossos filhos". Cedendo às exigências, Pilatos soltou Barrabás e mandou flagelar Jesus.Em seguida, os soldados levaram Jesus para o Pretório, despojaram-no de suas vestes e puseram-lhe sobre os ombros um manto escarlate; teceram uma coroa de espinhos e enterraram-na em sua cabeça; colocaram-lhe uma cana na mão direita e, dobrando o joelho, ridicularizavam-no, dizendo: "Salve, ó rei dos judeus". Cuspiam-lhe na face e, tirando-lhe a cana da mão, batiam-lhe com ela na cabeça. Depois, davam-lhe bofetadas.


Os judeus levaram Jesus da casa de Caifás ao Pretório para o entregarem a Pôncio Pilatos, governador romano da Judéia.Pilatos saiu do Pretório e perguntou aos judeus: "Que acusação apresentais contra este homem?". Eles responderam: "Estava sublevando a nossa nação, proibindo de pagar o tributo a César e dizendo que ele é o Cristo Rei".Pilatos tornou a entrar no Pretório, chamou Jesus e perguntou-lhe: "És tu o rei dos judeus?". Jesus respondeu: "Dizes isto por ti mesmo ou foram os outros que te falaram sobre mim?". Pilatos respondeu: "Acaso eu sou judeu? A tua nação e os príncipes dos sacerdotes é que te entregaram nas minhas mãos. O que fizeste?". Jesus respondeu: "O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, certamente os meus soldados se esforçariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui". Então Pilato disse-lhe: "Logo, tu és rei". Respondeu Jesus: "Tu o dizes: eu sou rei". Então Pilatos foi ter com os judeus e disse-lhes: "Não encontro nele crime algum". Os príncipes dos sacerdotes e os anciãos apresentavam toda espécie de acusações contra ele, mas Jesus não repondeu nada.


Os criados que estavam guardando Jesus começaram a ridicularizá-lo e a maltratá-lo. Uns cuspiam-lhe no rosto e o feriam a punhaladas; outros vendavam-lhe os olhos e davam-lhe bofetadas, dizendo: "Profetiza agora, Cristo: quem te bateu?". E acrescentavam muitos outros ultrajes.Logo ao raiar do dia, os anciãos do povo, os príncipes dos sacerdotes e os doutores da Lei se reuniram e decidiram entregar Jesus à morte.Então Judas sentiu o remorso de o haver traído e foi devolver as trinta moedas de prata ao Sinédrio, dizendo: "Pequei ao entregar sangue inocente". Eles responderam: "E o que isso nos importa?. Judas arremessou o dinheiro no templo e, retirando-se, enforcou-se numa árvore.


Simão Pedro, que tinha seguido Jesus de longe, entrou no átrio do palácio e sentou-se com outros perto de uma fogueira, a aquecer-se. Então a criada que abriu-lhe a porta aproximou-se dele e disse: "Tu também andavas com Jesus da Galiléia". Pedro negou diante de todos, dizendo: "Não era eu, mulher. Eu não o conheço, nem sei do que falas". No mesmo instante o galo cantou.Pouco depois, enquanto se dirigia para a porta, outra criada reparou ele e disse aos que o cercavam: "Este também estava com Jesus de Nazaré". Pedro protestou pela segunda vez, jurando: "Não! Eu não conheço esse homem!".Passada quase uma hora, outro veio confirmar as suspeitas, afirmando: "Certamente este estava com ele pois é galileu!". Os assistentes se aproximaram e disseram-lhe: "Não há dúvidas! Também pertenceis a eles! Até se percebe pela fala!".Um dos servos do sumo-sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse-lhe: "Então eu não te vi com ele no jardim?". Ainda desta vez Pedro negou, protestou e jurou: "Não conheço esse homem de quem falais".Ele ainda falava quando o galo cantou pela segunda vez. Nesse instante, Jesus virou-se e bateu o olhar em Pedro. Então o apóstolo lembrou-se da palavra que o Mestre lhe dissera: "Antes que o galo cante duas vezes, tu me negarás três vezes!". Pedro saiu do palácio e chorou amargamente.

Jesus ainda estava falando quando chegou Judas com um grupo de soldados e servos. Todos traziam lanternas e archotes, espadas e varapaus. O traidor tinha-lhes dito: "Será aquele que eu beijar. Prendei-o".Judas aproximou-se logo de Jesus e disse: "Mestre, eu vos saúdo". E deu-lhe um beijo na face. Jesus disse-lhe: "Meu amigo, que vieste fazer? Judas, é com um beijo que entregas o Filho do Homem?".Então Jesus disse aos que acompanhavam Judas: "A quem procurais?". Eles responderam: "A Jesus de Nazaré". Jesus disse-lhes: "Sou eu". E logo caíram por terra. Jesus perguntou-lhe outra vez: "A quem procurais?". Eles repetiram: "A Jesus de Nazaré". Jesus respondeu: "Já vos disse que sou eu. Se é a mim que buscais, deixai que estes se vão". Então puseram as mãos em Jesus e o prenderam.


Dois anos depois, o faraó teve também um sonho: viu sair do Nilo sete vacas, lindas e gordas, e depois outras sete, feias e magras, que devoravam as primeiras. Em seguida, viu sair do mesmo caule sete espigas cheias de grãos e formosas, e outras sete, delgadas e vazias, que engoliram as primeiras. Ninguém soube interpretar o sonho do faraó. Então ele mandou chamar José, que lhe disse: "As sete vacas formosas e as sete espigas cheias significam sete anos de abundância. As sete vacas magras e as sete espigas vazias significam sete anos de fome. Virão agora sete anos de grande fertilidade para todo o Egito, mas depois seguir-se-ão sete anos de penúria. Escolha, pois, o faraó um homem sábio e prudente para recolher o sobejo das colheitas e reservar provisões para os sete anos de miséria".O faraó aceitou este conselho e disse a José: "Quem haverá mais sábio e prudente do que tu? Faço-te senhor de todo o Egito". E, tirando o anel real, colocou-o no dedo de José. Vestiu-o ricamente, pôs-lhe no pescoço um colar de ouro e mandou-o passear em triunfo no seu côche real. Além disso, deu-lhe um nome egípcio que significa salvador do mundo. Todos deviam se prostrar diante de José.Chegaram os sete anos de fertilidade e José mandou recolher todo o excedente das colheitas. Seguiram-se os sete anos de miséria e o povo começou a pedir pão ao faraó. O faraó respondia: "Ide a José". Então José mandou abrir os celeiros. De toda a parte acorria gente ao Egito para comprar trigo.


Um dia, os irmãos de José tinham ido para muito longe com os rebanhos. E o pai disse a José: "Vai ver se os teus irmãos estão bem". Assim que eles o avistaram, disseram: "Lá vem o sonhador. Matemo-lo e depois diremos que uma fera o devorou".Logo que José chegou até eles, seus irmãos o despiram da túnica de várias cores e o lançaram numa cisterna velha. Por acaso passava por ali uma caravana de mercadores estrangeiros que seguia para o Egito. E eles, então, tiraram José da cisterna e o venderam por vinte moedas de prata. Em seguida, tingiram a túnica com o sangue de um cabrito e mandaram-na ao pai com este recado: "Encontramos esta túnica. Não será a de vosso filho?". O pai a reconheceu e disse: "A túnica é do meu filho! Uma fera devorou José". E nunca mais deixou de chorar pelo filho.


Jacó amava e preferia José do que os outros filhos e mandou-lhe fazer uma túnica de várias cores. Por isso, os mais velhos começaram a invejá-lo.Um dia praticaram uma ação muito má e José os acusou ao pai. Desde então seus irmãos tomaram-lhe ódio e começaram a falar-lhe com maus modos.Uma vez, José disse-lhes: "Ouçam um sonho que tive: estávamos no campo a atar feixes. O meu feixe ergueu-se de pé e os vossos puseram-se em volta e prostraram-se diante dele". Os irmãos replicaram-lhe: "Porventura serás nosso rei?". E o odiavam cada vem mais.José contou-lhes ainda outro sonho dizendo: "Vi em sonhos o sol, a lua e onze estrelas inclinarem-se diante de mim". O pai repreendeu-o: "O que significa esse sonho que tiveste? Acaso eu, tua mãe e teus irmãos haveremos de nos prostar diante de ti?". E a inveja e o ódio dos irmãos aumentava cada vez mais.


Abraão não tinha filhos. Uma noite, Deus disse-lhe: "Levanta os olhos e conta, se podes, as estrelas do céu! A tua descendência será tão numerosa como elas". Abrão acreditou em Deus e Deus imputou à justiça a sua fé.Aos 99 anos de idade, Abrão teve outra aparição em que o Senhor lhe disse: "Daqui em diante não te chamarás Abrão mas sim Abraão, porque te destinei oara pai de muitas gentes. Para o futuro, não chamarás a tua mulher de Sarai mas de Sara. Eu a abençoarei e ela terá um filho ao qual chamarás Isaac. Concluirei com ele uma aliança perpétua em favor da sua posterioridade
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