JESUS É ÚNICO QUE NOS AJUDA DE MODO PLENO



Este domingo celebramos ao 2º domingo do Tempo comum. Aqui se fala das bodas de Cana, e Jesus, sua mãe e seus discípulos foram convidados para a festa dos noivos.

Toda festa é momento de alegria e todos sentem felizes com a felicidade do novo casal. É o momento de encontro de amigos que querem bem os noivos.

A Igreja tem Cristo como esposo e seus membros estão ligados a Ele como uma relação de casamento. Toda vez que vamos a Missa, celebramos a eucaristia que é o próprio Cristo nos dá como alimento que nos fortalece muito.

Nas bodas de Caná tem o primeiro sinal que Jesus faz de modo simples e tranquilo sem alarde e sem nenhum e nem um espetáculo. É Maria e Jesus se solidarizando com os noivos. O Papa Francisco nos falou isso no ângelus deste domingo em Roma: "O primeiro sinal que Jesus realiza não é uma cura extraordinária ou um prodígio no templo de Jerusalém, mas um gesto que atende a uma necessidade simples e concreta das pessoas comuns. É assim que Deus gosta de agir”: disse o Papa Francisco na oração mariana do Ângelus, neste II Domingo do Tempo Comum.” (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-01/papa-francisco-angelus-16-janeiro-2022-bodas-de-cana.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterVN-PT)

Este sinal não se ´pode considerar como um milagre, mas uma forma de nos chamar a atenção que Jesus e Maria estão atentos as nossas necessidades e fraquezas. Assim o Papa nos fala:” Francisco evidenciou que o relato se conclui assim: "Esse foi o princípio dos sinais que Jesus realizou; ele manifestou a sua glória e os seus discípulos creram nele" (Jo 2,11). "Observamos – disse o Papa - que o evangelista João não fala de um milagre, ou seja, de um evento poderoso e extraordinário que gera maravilhas. Ele escreve que em Caná ocorre um sinal, que desperta a fé dos discípulos." (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-01/papa-francisco-angelus-16-janeiro-2022-bodas-de-cana.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterVN-PT)

Queridos irmão e irmã, é importante entender que Deus em Jesus sempre está e estará conosco, nos ajudando e nos fortalecendo mais do que merecemos. A reflexão do Papa nos ajuda a entender isso: Podemos então nos perguntar: o que é um "sinal" de acordo com o Evangelho? "É um indício que revela o amor de Deus, ou seja, não chama a atenção para o poder do gesto, mas para o amor que o provocou. Ele nos ensina algo do amor de Deus, que é sempre próximo, terno e compassivo. O primeiro sinal ocorre enquanto dois recém-casados estão em dificuldade no dia mais importante de suas vidas. No meio da festa, falta um elemento essencial, o vinho, e a alegria corre o risco de acabar em meio às críticas e insatisfação dos convidados." (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-01/papa-francisco-angelus-16-janeiro-2022-bodas-de-cana.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterVN-PT)

 O Santo Padre prosseguiu ressaltando que Nossa Senhora percebe o problema e discretamente o aponta para Jesus. E Ele intervém sem clamor, quase sem dar a perceber. Tudo se passa de forma reservada, "nos bastidores": Jesus diz aos serventes para encher as talhas de água, que se transforma em vinho. (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-01/papa-francisco-angelus-16-janeiro-2022-bodas-de-cana.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterVN-PT)

Somente os servidores e Jesus com atenção a sua Mãe Maria sabem deste vinho maravilhoso que encheram de alegrias aos noivos e todos os convidado.

Que a liturgia de hoje nos ajude a entender a ação de Cristo na sua Igreja e que possamos converter e ter mais fé em Cristo, na Igreja e no bem que age no amor que constrói pontes.

  O Papa: defender a inocência das crianças dos Herodes de hoje



Hoje, 28 de dezembro, é a memória litúrgica dos Santos Inocentes. Num tuíte, Francisco convida a rezar e defender as crianças dos "novos Herodes" que destroem sua inocência.

“Os novos Herodes dos nossos dias destroem a inocência das crianças sob o peso do trabalho escravo, da prostituição e da exploração, das guerras e da emigração forçada. #RezemosJuntos hoje por estas crianças e defendamo-las.

Foi o que tuitou o Papa Francisco em sua conta @Pontifex na memória litúrgica dos Santos Inocentes celebrada nesta terça-feira (28/12), que lembra as crianças de Belém de até dois anos, mortas pelo Rei Herodes a fim de eliminar o Menino Jesus, anunciado pelas profecias como o Messias e novo rei de Israel.

152 milhões os menores obrigados a trabalhar

Hoje, como no passado, os Herodes ainda são muitos e há muitas armas que eles usam para destruir a inocência das crianças. Segundo o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), publicado em março de 2021, ainda existem 152 milhões de crianças e adolescentes, 64 milhões são meninas e 88 milhões são meninos, vítimas do trabalho infantil. Metade deles, 73 milhões, são obrigados a realizar trabalhos perigosos que põem em risco sua saúde, segurança e desenvolvimento moral. Muitos deles vivem em contextos de guerra e desastres naturais onde lutam para sobreviver, revistando nos destroços ou trabalhando nas ruas. Outros são recrutados como crianças soldados para lutar em guerras travadas por adultos.

Os "comerciantes da morte" devoram a inocência das crianças

Um fenômeno dramático e inaceitável contra o qual o próprio Papa Francisco levantou a voz em 2016, numa Carta aos bispos publicada em 28 de dezembro daquele ano: convidando os prelados a terem a coragem de defender os menores de tudo que "devora" sua inocência, o Pontífice recordou que "milhares de nossas crianças caíram nas mãos de bandidos, máfias, comerciantes da morte que só exploram as suas necessidades". Francisco citou os milhões de crianças sem instrução, vítimas do "tráfico sexual", menores obrigados a "viver fora de seus países por causa do deslocamento forçado", crianças que morrem de desnutrição e vítimas do trabalho escravo.

Nunca mais essas atrocidades!

"Se a situação mundial não mudar", escreveu o Papa, citando estimativas do UNICEF, "em 2030 haverá 167 milhões de crianças que viverão na pobreza extrema, 69 milhões de crianças menores de 5 anos que morrerão até 2030 e 60 milhões de crianças que não poderão frequentar a escola primária". Francisco não esqueceu “o sofrimento, a história e a dor dos menores abusados ​​sexualmente por sacerdotes”: “Um pecado que nos envergonha”, sublinhou, que devemos “deplorar profundamente” e pelo qual “pedimos perdão”. Daí o apelo do Pontífice a "renovar todos os nossos compromissos para que estas atrocidades não aconteçam mais entre nós".

"O nosso silêncio é cúmplice"

As palavras de Francisco de 2016 recordam as da mensagem Urbi et Orbi do Natal de 2014, durante a qual o Pontífice dirigiu um pensamento a "todas as crianças mortas e maltratadas hoje, as que são antes de verem a luz, privadas do amor generoso dos pais e sepultadas no egoísmo de uma cultura que não ama a vida, as crianças deslocadas por guerras e perseguições, abusadas e exploradas diante de nossos olhos e de nosso silêncio cúmplice; e as crianças massacradas sob os bombardeios, inclusive onde nasceu o filho de Deus”. "Ainda hoje o seu silêncio impotente grita sob a espada de tantos Herodes", sublinhou Francisco. Hoje, a sombra de Herodes está presente sobre o seu sangue. Realmente, há muitas lágrimas neste Natal, junto com as lágrimas do Menino Jesus!”

O recurso da oração

Mas há uma resposta a tudo isso, "à tragédia da matança de seres humanos indefesos, ao horror do poder que despreza e reprime a vida"? A oração é certamente um recurso, como o próprio Papa explicou na Audiência Geral de 4 de janeiro de 2017: "Quando alguém vem a mim e me faz perguntas difíceis, por exemplo: 'Diga-me, Padre: por que as crianças sofrem?', eu realmente não sei o que responder. Eu só digo: 'Olhe para o Crucifixo: Deus nos deu seu Filho, Ele sofreu, e talvez ali você encontrará uma resposta'. (...) Somente olhando para o amor de Deus que dá seu Filho, que oferece sua vida por nós, ele pode indicar alguma forma de consolo; sua Palavra é definitivamente uma palavra de consolo, porque nasce do pranto".

fonte: 

https://www.vaticannews.va/content/dam/vaticannews/multimedia/2019/03/28/india-2507482.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.thumbnail.cropped.1000.563.jpeg

 NATAL, Deus vem até nós como Menino para no ensinar a amar

 


Hoje é a véspera de Natal, celebramos a vida no menino Deus que vem até nós na sua simplicidade para nos ensinar que somo chamado a ser humildes servidores. Jesus vem até nós para nos instruir que a veste que usamos é para o serviço dos mais necessitados. As guerras, as fomes, as sedes de poder, as arrogâncias e dominação devem dar lugar ao serviço do bem comum.

A liturgia de hoje é simples e torna-se grandiosa nas leituras que são por si so grande ensinamento para que tenhamos um roteiro e meta de colocar em pratica o amor que Deus tem por nós. Isso nos dá uma grande alegria.

No livro do Profeta Isaias no capitulo 57,7-10 nos fala da alegria do retorno dos exilados. O contesto do povo no exilio na Babilônia era de escravidão e ainda entristecido com a destruição do Templo em Jerusalém. Eles estão com saudade da pátria. Agora o profeta sonha com o encontro de todo no Monte de Jerusalém e ainda vendo o povo de Deus catar jubilosos com o retorno a sua terra. Tem imagem de sentinelas que correm para anunciar a chegada de numerosos exilado regressado da Babilônia.

Agora começará um novo tempo e quem cuidará será o próprio Deus. Um deus que está sempre conosco por ser fiel sempre a aliança. A pandemia nos deixo triste desolado com as mortes e tudo parecia perdido, isso nos dava impressão que o nosso fim estava próximo, mas a esperança da vida renasce nas vacinas e nos cuidados de cada um. Vamos superar porque é Nata, Deus está conosco sempre.

A libertação do povo da Babilônia nos reme a esse tempo de Nata, a onde Deus vem liberta o povo da escravidão do pecado que mata e aniquila o homem.

Na carta aos Hebreus no capitulo 1,1-6 temos a notícia da revelação através de todos os tempos e culminou-se em Cristo que chega a nós em uma noite, na manjedoura, contemplada pelas estrelas e pela visita dos pastores a Jesus na gruta a onde Deus se faz humilde doando se completamente a nós.

Agora a palavra se faz presente e é transparente a todo sem esquecer de ninguém e nós podemos tomar posse de Jesus que renasce em nós a esperança e a certeza que somos filhos de Deus.

O evangelho de João capitulo 1,1-8 nos mostra este hino eloquente do Verbo de Deus que se faz presente na terra na encarnação real de Cristo entre nós. Aqui é a constatação da beleza do nascimento de Cristo, o que era verbo de Deus se torna um de nós não no pecado para trazer a alegria da e da salvação em Deus. O filho de Deus é a palavra do Pai que tudo faz renova a face da terra para o amor desinteressado que constrói esperança de vida e fraternidade para todos.

Há 2021 anos Deus veio e vem sempre quando estamos disposto a ouvir Deus em Cristo. Ele é o caminho, a verdade e a vida. O mundo precisa ver que a estrada que leva a vida e a De Cristo, pois a pequenez do menino se contrasta com a sede da ostentação dos poderosos que não deixam a vida acontecer para todos. Excluem muitos ao Banquete da vida que se oferece no Natal do Senhor sempre. Natal é a lição que devemos aprende que Deus nos ama muito. É a certeza que não devemos esquecer: "o Verbo se fez carne e veio habitar entre nós".

A luz está em Cristo para dissipar o ódio, a violência, o engano, a destruição, as pandemias, o egoísmo que mata, a indiferença pelo sofrimento do outro etc. Devemos procura a luz que vida para todos. Somo chamado a entender que a nossa vida deve estar em sintonia do serviço. Somos servos de Cristo sempre.

Hoje é natal, tempo de renascer para a verdadeira vida e viver plenamente o sentido do Natal de Jesus que é vale dar do que receber.

Feliz Natal a todos.

Tudo por Jesus nada sem Maria.

Servus Christi semper. Missionarius, Catolicus  e laicus.

Jose B. Schumann Cunha

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