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Janeiro, 2012
Quinta
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A PÁSCOA DO CONCÍLIO

25 - Abril - 2012 Reporter: Erick Sávio Comentario

“Neste ano, a festa da Páscoa traz marcas do Concílio. A páscoa sempre evoca o passado, de maneira a trazer presente o significado dos acontecimentos antigos. Pois bem, desta vez, somos convidados a associar as diversas evocações antigas da Páscoa, com acontecimentos mais recentes na caminhada da Igreja. Entre eles, se destaca, com evidência, o Concílio Ecumênico Vaticano II. … [...]

A Epifania nos ilumina com uma nova luz

Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
Queridos irmãos e irmãs, Deus se fez homem para que cada um de nós aproximasse Dele, pois Ele á luz que ilumina a nossa vida. Temos a liberdade de escolha pois o amor inunda o nosso ser. Deus nos ama e nos dá o presente de muito valor que é Jesus, o príncipe da paz. O cristão é convidado a ser portador dessa luz de Cristo a todos que o cerca. É uma luz que não ofusca e nem nos deixa cego, pois ela nos leva a Deus sempre. Celebrar a epifania do Senhor é agradecer esse Deus que deixou ser visto por todos, principalmente os pobres e humildes. Somos enriquecidos pelo grande amor de Deus que nos salva e ainda nos liberta da escravidão do pecado (2).

Ainda durante o Angelus do dia 06-01-2012, o Papa Bento XVI destacou a Epifania como um “festival de luz”. “Essa ‘nova luz’- disse o Papa - que é acesa na véspera de Natal e que hoje começa a brilhar sobre o mundo, como sugere a imagem da estrela, é um sinal celeste que chamou a atenção dos Magos e guiou-os em sua viagem para a Judéia”. O tema da luz é fundamental para a Solenidade da Epifania, também por motivos sazonais, pois no Hemisfério Norte, após o solstício de inverno, “o dia se torna novamente mais longo em relação à noite”, explicou o Papa (1).

Da mesma forma, Jesus aparece no horizonte da humanidade “para iluminar a vida pessoal de cada um de nós e para guiar-nos todos juntos em direção à meta da nossa peregrinação em direção a terra da liberdade e da paz, onde viveremos para sempre em plena comunhão com Deus e entre nós”. O convite do profeta Isaías, exortando Jerusalém a reerguer-se (Is 60,1-2) é aplicável à Igreja e ao mundo hoje que “com todos os seus recursos, é incapaz de iluminar a humanidade na orientação de seu caminho”. E se, por um lado, a civilização ocidental parece ter perdido o seu caminho e “navega sem rumo”, a Igreja, “graças às palavras de Deus, enxerga através deste nevoeiro”. “Mesmo sem “soluções técnicas”, ela “mantém o olhar no objetivo, e fornece a luz do Evangelho a todas as pessoas de boa vontade, seja qual for sua nação e cultura”. Esta missão é também esperada dos Representantes Pontifícios junto aos estados e as organizações internacionais (1).

Depois de rezar o Angelus, o Santo Padre dirigiu suas saudações às Igrejas Orientais que, amanhã, de acordo com o calendário Juliano, celebram o Natal. Bento XVI recordou que a Epifania é também o dia da Jornada Missionária das Crianças, promovida pela Pontifícia Obra da Santa Infância: uma oportunidade para unir as crianças de todo o mundo e apoiar projetos de solidariedade entre elas. “Que o vosso coração esteja aberto para o mundo, tal como o coração de Jesus, mas sejam atentos a quem mora perto de vocês, estejam sempre prontos a dar uma mão”, disse o Papa dirigindo-se às crianças e jovens presentes (1).

Depois de refletir nas palavras do nosso papa que nos orienta para a jornada desta vida que cada um deve assumir. Somos chamados a levar Jesus a todos sem perder a esperança de dias melhores. Esse sonho deve ser acalentado por todos porque é possível que o mundo mude. Deus se faz presente em todas as situações mesmo onde há trevas do erro e do ódio, pois Nele vem a luz da verdade e do amor que restaura todas as relações humanas. Onde tem Jesus existirá sempre a paz, a justiça, o amor, o perdão e a concórdia entre as pessoas (2). Amém

(1) www.zenit.org
(2) Reflexão do teólogo Jose Benedito Schumann Cunha
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Paz e Bem (Louvor as Criaturas)

Altíssimo, onipotente, bom Senhor
Teus são o louvor, a glória, a honra
E toda a benção.
Só a ti, Altíssimo, são devidos;
E homem algum é digno
De te mencionar
Louvado sejas, meu Senhor
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o senhor irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.
E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo, é a imagem.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste as claras
E preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo,
Pelo qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado sejas, meu Senhor
Pela irmã Água,
Que é muito útil e humilde
E preciosa e casta.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite,
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra,
Que nos sustenta e governa
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados os que as sustentam em paz,
Que por Ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.
Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes à tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!
Louvai e bendizei ao meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade.

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