05
Janeiro, 2012
Quinta
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A PÁSCOA DO CONCÍLIO

25 - Abril - 2012 Reporter: Erick Sávio Comentario

“Neste ano, a festa da Páscoa traz marcas do Concílio. A páscoa sempre evoca o passado, de maneira a trazer presente o significado dos acontecimentos antigos. Pois bem, desta vez, somos convidados a associar as diversas evocações antigas da Páscoa, com acontecimentos mais recentes na caminhada da Igreja. Entre eles, se destaca, com evidência, o Concílio Ecumênico Vaticano II. … [...]

Ano da Fé: 'Conversão e mudança interior'

Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
O cristão recebe a semente da fé no Batismo e através da educação integral dos pais e padrinhos à criança, cultivando nela os valores morais, religiosos, éticos e de cidadania, pode produzir frutos do bem no seu crescimento pessoal. Na Igreja vai encontrar os sacramentos que ajuda cada criança e todos que queiram trilhar o caminho do Senhor. Na escola de Maria e dos santos que viveram, na sua vida, a vontade de Deus, podemos encontrar a paz duradoura. Deus nos chama para a santidade de vida que vem da coerência no agir e de ser no mundo. Devemos ser novas pessoas em Cristo e transfigurar o seu rosto misericordioso nas nossas famílias, na nossa sociedade e no mundo. O perfume da bondade e da caridade devem ser exalados onde estivermos. Não ter vergonha de ser cristão e pedir a Deus que a nossa fé em Jesus aumente cada vez nas nossas relações, na nossa Igreja e em toda parte do nosso mundo (1).
Com o Ano da Fé, o papa Bento XVI não pede à Igreja “uma mera mudança exterior, mas uma mudança interior e profunda, que comece com a conversão de cada um (conversio ad Deum) e se traduza na santidade e no testemunho apostólico”.É o que escreve o jornal L’Observatore Romano em um editorial publicado no primeiro número desta semana. “Somente em Deus a Criação adquire consistência e realismo” – recorda o jornal da Santa Sé, para quem a “recuperação do teocentrismo, também na Igreja, é a nova proposta de Bento XVI”. Como orientação aos fiéis, Bento XVI aconselha os documentos do Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica, que resumem a essência da fé cristã (2).
O jornal vaticano ressalta que o papa “nos convida a responder a uma verdadeira emergência educativa, de vida espiritual, moral e litúrgica”. E recorda que desde a sua eleição, Bento XVI pede que a “Igreja se coloque em caminho para conduzir os homens fora do deserto, rumo ao local da vida, rumo à amizade com o Filho de Deus, rumo àquele que nos doa a vida, em toda a sua plenitude”.Uma nota da Congregação para a Doutrina da Fé, publicada no início deste ano, explica que “o Ano da Fé será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo”. O início do Ano da Fé, 11 de outubro 2012, coincide com dois grandes eventos que marcaram a face da Igreja nos nossos dias: o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo Beato João Paulo II (2).
A Igreja se manifesta como a guardiã dos valores cristãos em todo tempo da nossa historia. Os acontecimentos que vamos celebrar nos enchem de alegria e de muita esperança. Devemos despertar para Cristo numa fé viva onde Jesus possa ter seu lugar de destaque na nossa vida pessoal, comunitária e social. Se vivermos em conformidade com Cristo, podemos realizar muitas maravilhas, pois Deus é fiel e nos quer livres e que possamos ir ao seu encontro sem nenhum receio. Em Deus nós encontramos o verdadeiro caminho do bem e da felicidade. Por que procurar o bem em outras coisas que não trazem nenhum beneficio a nós? Então devemos nos prepara para viver bem o “ano da fé” e aprofundar a nossa fé, dando-lhe a razão suficiente para seguir o Mestre que nos salva e nos liberta para uma vida de Graça e de comunhão com Deus sempre (1). Amém
(1) reflexão do teólogo Jose Benedito Schumann Cunha
(2) http://www.a12.com/
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Paz e Bem (Louvor as Criaturas)

Altíssimo, onipotente, bom Senhor
Teus são o louvor, a glória, a honra
E toda a benção.
Só a ti, Altíssimo, são devidos;
E homem algum é digno
De te mencionar
Louvado sejas, meu Senhor
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o senhor irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.
E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo, é a imagem.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste as claras
E preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo,
Pelo qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado sejas, meu Senhor
Pela irmã Água,
Que é muito útil e humilde
E preciosa e casta.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite,
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra,
Que nos sustenta e governa
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados os que as sustentam em paz,
Que por Ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.
Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes à tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!
Louvai e bendizei ao meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade.

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